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terça-feira, 7 de junho de 2011

A hemiplegia de Ana Gomes

A Sra. Ana Gomes só diz disparates.
Parece que só teve juízo quando foi embaixadora na Indonésia.
Depois disso, não há semana em que não diga uma barbaridade qualquer.
E num tom de falta de respeito absolutamente inadmissível.

Só um aparte: e a superioridade moral do seu futuro ex-líder, hein?


Políticos deste nível (ou seja, ao nível da sarjeta) são dispensáveis. 
Portugal precisa de olhar para cima. E com gente com a a cabeça limpa.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Truque europeu

(actualizado em 22 Abril)
A polémica estalou nas eleições europeias mais uma vez, e agora devido à Lei da Paridade. Guilherme Silva, deputado do PSD pela Madeira, terá afirmado o seguinte: "Há duas candidatas que não vão assumir funções no Parlamento [Europeu], pelo que Sérgio Marques será 6º e, como tal, a sua eleição não estaria em causa".
Entretanto, o deputado já desmentiu a afirmação, mas vamos ao que interessa:
Se a lei permite este truque, é porque a lei foi feita assim pelos deputados na Assembleia da República. Portanto, este "espanto" é, no mínimo, uma sem vergonhice.
Por outro lado, ouvir o PS, pela voz de Edite Estrela, clamar pureza nesta matéria é confrangedor. Então não é este PS, de cujas listas às europeias faz parte a própria Edite Estrela, que tem Ana Gomes e Elisa Ferreira também como candidatas às câmaras de Sintra e do Porto? Isso dá o quê?
Como uma vez alguém disse, é preciso ter topete.

Depois queixam-se de falta de credibilidade e mais não-sei-quantos...

Entretanto, Ana Gomes escreve isto no Causa Nossa:
"Sou, sim, candidata ao PE e espero ser eleita. Serei também candidata à Câmara de Sintra nas eleições que decorrerão mais tarde. Sem falsidade, sem duplicidade, sem querer enganar ninguém, com total transparência assumi as duas candidaturas.
Eu, que nunca acumulei quaisquer cargos - com muita honra, sou formada na escola de serviço público do MNE - já disse e redisse que nunca acumularei os dois cargos, se os munícipes de Sintra me elegerem Presidente da sua Câmara. Nesse caso, abandonarei o PE e dedicar-me-ei exclusivamente à Câmara de Sintra."

Vital Moreira, cabeça de lista do PS ao Parlamento Europeu, escreve no mesmo blogue:
"A ver se eu percebo bem: se alguém, depois de eleito eurodeputado, se candidatar a (ou aceitar) outro cargo político e por causa disso deixar (ou não) o Parlamento europeu, como sucedeu várias vezes, não há nisso nada de mal. Mas se um candidato a eurodeputado, anunciar antecipadamente, por razões de transparência democrática, a sua intenção de se candidatar proximamente a outro cargo político, então tudo mal. É isto, não é?"

Ou seja... esclarecedor.
Eles acham mesmo que nós, cidadãos eleitores, somos parvos.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Os candidatos-fantasma do PS

À excepção do PSD, já todos os partidos apresentaram os seus candidatos às eleições europeias. Bem ou mal, há candidatos europeus para todos os gostos. Há os experientes/repetentes. Há os novatos. Há os que irão dar um novo rumo às suas carreiras políticas.
O PS - de forma descarada - tem a particularidade de apresentar candidatos-fantasma, chamemos-lhe assim. Refiro-me, concretamente, a Ana Gomes e Elisa Ferreira. Estas notáveis socialistas são, também, as respectivas candidatas às câmaras de Sintra e do Porto.

Algumas questões mais ou menos pertinentes se levantam:
Primeira pergunta: elas são de facto candidatas a deputadas europeias ou candidatas às presidências das câmaras em causa? Que eu saiba, os cargos são incompatíveis...
2 - se forem eleitas para o Parlamento Europeu em Junho, abdicam das candidaturas autárquicas em Setembro/Outubro?
3 - ou, pelo contrário, vão para Bruxelas/Estrasburgo pensar em Sintra e no Porto? Isto é, aplicar aquele princípio da gestão que reza "pensar global, agir local", até serem eleitas para as respectivas autarquias?
4 - estarão elas apenas a pensar na sua vidinha, garantindo assim que têm uma ocupação para os próximos anos?
5 - ao apresentarem-se como candidatas autárquicas, e concorrendo logo de seguida para Bruxelas, isso não significa que não acreditam que possam ganhar as eleições a Rui Rio e a Fernando Seara?

Uma coisa parece-me certa: Rui Rio e Fernando Seara, eleitos inesperadamente há oito anos para o Porto e para Sintra, podem ficar descansados. Mudaram a forma de fazer política nesses concelhos. Já foram reeleitos e mostraram o que valiam como presidentes de câmara. Podem deixar ficar os papéis para mais um mandato. Ainda bem!

Eu, cidadão português, não quero ser representado por ninguém que escreve e tem atitudes políticas destas: "o PSD de verdade". De vez em quando, Ana Gomes passa-se.