terça-feira, 22 de maio de 2012
Nova rotunda no Marquês de Pombal
domingo, 17 de abril de 2011
Desilusões
terça-feira, 22 de março de 2011
Um Rio que corre?
quinta-feira, 3 de março de 2011
Alternativa para Lisboa
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Câmara de Lisboa versão carnaval
domingo, 11 de outubro de 2009
Escolhi assim
Olhei mais para o passado (para o que foi o historial de António Costa e de Santana Lopes enquanto presidentes da CML) do que para as propostas. Ambos têm coisas boas para Lisboa nos próximos quatro anos, e ambos propõem também absolutos disparates.
Na passada sexta-feira uma colega que é amiga pessoal de Santana Lopes tentou levar-me votar nele, uma vez que eu estava mais inclinado a votar em António Costa.
Fiquei a pensar, fui dando voltas à cabeça, li algumas propostas, ponderei a "obra" de cada um na CML, tentei ver as equipas de cada um...
E acabei a votar assim para a Câmara de Lisboa:
Satisfeito com a Junta de Freguesia, escolhi a continuidade da equipa:
Votei logo de manhã.Se tivesse votado ao fim do dia, talvez fosse diferente.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Que futuro para Lisboa?
Entre mau e muito mau...
E Lisboa não aguenta mais 4 anos de experiências e carnavais.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Posso escolher...?
Posso ir ao Porto votar em Rui Rio?
(Ou noutro concelho qualquer em que haja algum candidato no qual me reconheça?)
terça-feira, 28 de julho de 2009
O debate da capital
Só vi os minutos finais... não cheguei a nenhuma conclusão.
Não me interessa a contabilidade "quem ganhou-quem perdeu".
Queria saber visões da cidade, soluções, futuro. Não obras, contas, quase mercearia.
Uma coisa é certa: não voto em listas que tenham Sás Fernandes lá dentro. Só se o programa for para cima de excelente.
E ainda tenho a entrevista de Santana Lopes ao I para ler.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Lisboa vista por um "acordo coligatório"
"Como a lei não permite coligações entre partidos e movimentos de cidadãos, o PS e o movimento CPL vão assinar um "acordo coligatório" para definir as regras."
Depois de António Costa ter feito também um "acordo coligatório" (que expressãozita...) com José Sá Fernandes, hoje repete com Helena Roseta.
Assim, a Lisboa concorrem duas equipas: "acordo coligatório" (António Costa + Sá Fernandes + Helena Roseta) e Santana Lopes (PSD + CDS + PPM). E ainda o Bloco de Esquerda e o PCP.
Santana Lopes, na entrevista que deu ontem na RTP, disse qualquer coisa como isto: estes acordos de António Costa só demonstram a sua fragilidade.
Observação assassina. E é bem capaz de ter razão...
Estes acordos são a prova de que Santana lhes está a roer os calcanhares e que estão com medo.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Lisboa empata Costa e Santana
Curioso: quando António Costa ganhou em Lisboa, há dois anos, era visto como um presidente para 6 anos (2 + 4). Agora, com Santana, o seu futuro é incerto.
Apesar de algumas trapalhadas, Santana não foi um desastre em Lisboa (como alguns dizem ou esperavam). O túnel do Marquês foi uma boa ideia, apesar do Zé ter feito disparar os custos e empatado a obra (que ainda não foi concluída...).
Não sei porquê, mas algo me diz que este ano se vai repetir o que provocou o fim da era Guterres: tanto Lisboa como o país mudam de cor. Cheira-me. E não é só o "cheira bem, cheira a Lisboa"...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Lisboa já mexe...
A demagogia - e a caça ao voto - são uma coisa fantástica!
Como, de qualquer forma, haverá muito desperdício neste investimento de 5 milhões de euros, será que a edilidade disponibiliza uns trocos para oferecer uma habitação a alguns cidadãos? Assim como assim, não seria nenhuma novidade: já deram a quem manifestamente tem rendimentos para ter habitação própria... Mas eu é que estou a ser demagogo...
Até acho que António Costa está a fazer um bom trabalho em Lisboa, pondo as coisas em ordem, mas desconfio de políticas referendárias...
Entretanto, do lado do PSD, parece confirmado o nome de Santana Lopes para encabeçar a candidatura a Lisboa.
Apenas dois comentários:
1 - onde está o PSD da credibilidade que Manuela Ferreira Leite defendeu?
2 - esta candidatura será um acto de maquiavelismo de Ferreira Leite, condenando Santa Lopes a uma derrota e "arrumando-o" de vez? E que leitura se poderá fazer do resultado, qualquer que ele seja? No PSD, quem ganha e quem perde?
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Sem dinheiro...
Mais adiante avança que "pelo contrário, o optimismo é um tónico. Não garante o sucesso mas ajuda."
Até aqui tudo bem. É verdade, faz parte da postura perante a vida, do modo como se enfrentam as circunstâncias. A ciência prova que os optimistas vivem melhor.
JAS finaliza o editorial assim:
"Vem isto a propósito da nova líder do PSD, Manuela Ferreira Leite. É uma mulher séria, responsável, determinada - mas tem um enorme defeito para quem tem de liderar pessoas - é uma pessimista. Vê tudo a negro. Tem um ar zangado, amargurado, como aquelas professoras primárias de quem em miúdos tínhamos medo.
Ferreira Leite justifica o seu mau humor com a situação de «emergência social» que o país vive. Ora, a verdade é que Portugal não vive nenhuma situação de excepção. A situação que vivemos é de absoluta normalidade - e temos que nos habituar a esta ideia. As dificuldades do país vêm de trás e vão permanecer assim por muito tempo.
Os portugueses passam a vida à espera que aconteça qualquer coisa - um milagre, uma revolução, a chegada de um salvador - mas não vai acontecer milagre nenhum. Não vale a pena, portanto, chorar, nem fazer má cara, nem falar em desgraças. Temos, simplesmente, de nos habituar a viver com o que temos - e procurarmos ser felizes agora e não amanhã ou depois.
Manuela Ferreira Leite precisa de aprender a sorrir. Deve pensar que a desgraça atrai a desgraça. Deve perceber que a descrença não resolve coisa nenhuma e nos torna amargos, insatisfeitos e, no limite, abúlicos - porque quem não acredita em nada não tem vontade de se mexer.
Nós ja temos tendência para a melancolia. Se à frente do país estiver uma governante macambúzia e triste, Portugal tornar-se-á facilmente um imenso velório."
Seja.
Mas Portugal não pode ser a hiena que ri daquela célebre anedota...
A questão é que o país não tem dinheiro. Viveu de sorriso de orelha a orelha nos tempos áureos de Guterres - quando penso que votei nele... - e depois disso nunca mais saiu do pântano.
É como uma família: se não tiver dinheiro, e além disso estiver endividada até à ponta dos cabelos, não serão os sorrisos que lhe vão resolver o problema. Tem de cortar despesa.
É neste ponto que o PSD versão Manuela Ferreira Leite tem batido. Admito que com alguma demagogia, mas de forma certeira. Todos os cidadãos sabem fazer as contas básicas da vida: sem dinheiro não há vícios.
O PSD tem-se agarrado à questão das obras públicas. Quanto a mim, tem de clarificar e dizer concretamente quais as obras que podem ser deixadas para um momento mais apropriado.
Não pode é dizer o que disse Paulo Rangel (líder parlamentar do partido) no recente debate sobre o Estado da Nação: "O PSD não está contra obras públicas em geral nem contra nenhuma em concreto." Isto é o quê?!
Tal como não se pode agarrar a afirmações como esta: «O papel do PSD na oposição não é apresentar alternativas às propostas do Governo, mas sim fiscalizá-lo» (Manuela Ferreira Leite, hoje). Ou seja, o PSD não é governo-sombra. Pois não será, mas tem de dizer quais as alternativas que quer para o país.
Em termos de comparação, temos a Câmara de Lisboa sob a mão de António Costa.
Hoje foi notícia que "a CML já pagou 180 dos 360 milhões de euros em dívida". Apesar disto, muitos acusam-no de não ter feito nada. Digamos que... ter feito isto só num ano é um milagre! Até tendo em conta as chamadas condições de governabilidade deste executivo camarário.
Só com as contas em ordem e a casa arrumada é possível ideias e projectar a cidade par ao futuro.
Hoje no Meia Hora, Manuel Falcão (do A Esquina do Rio) desanca a CML de António Costa por ter sido um ano perdido, não ter feito nada, ter cortado financiamentos a "organismos culturais independentes" (se são independentes, para quê precisam do dinheiro da CML?)...
António Costa tem apresentado trabalho, projectos, a Lisboa que aí vem para os próximos anos, a vontade de devolver o rio à cidade está em marcha (finalmente!)... Mas uma coisa é certa: sem ovos não há omeletes.
E é neste ponto que o PSD-Ferreira Leite tem insistido.
(A propósito, uma pergunta: no país que quer auto-estradas para todas as casas, TGV e um novo aeroporto em Alcochete, já alguém reparou que as transportadoras aéreas estão a reduzir o número de voos? Mesmo assim, justificar-se-á um novo aeroporto? Num momento em que os aviões têm maior autonomia de voo, e por isso menos necessidade de escalas técnicas em aeroportos secundários? Convinha pensar nisto, e não dizer disparates como o da energia nuclear, patrocinado pelo governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio...)
António Costa já anunciou que é candidato a mais um mandato. Se tiver oportunidade, é possível que Lisboa, capital de um país europeu, ganhe alguma coisa com isso.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Quadratura mudada
Vai daí, o escolhido por Pacheco Pereira e Lobo Xavier para substituir Coelho foi António Costa, presidente da Câmara de Lisboa.
Já o Corta-fitas criticou a escolha... e outros também.
Mas quem se lembra do que era a Quadratura inicial, com José Magalhães pelo lado do PS (actualmente é secretário de Estado da Administração Interna), até deve simpatizar com a escolha de António Costa.
José Magalhães era mais descontraído, mais agressivo, digamos mais trauliteiro, e acho que o debate tinha mais vida com ele. A vinda de Jorge Coelho devido à saída de Magalhães para o governo adormeceu um pouco o debate habitual.
Pela minha parte, estou curioso para ver o novo debate com António Costa.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Lisboa já tem presidente!

domingo, 15 de julho de 2007
Lisboa pode ir de férias. Mesmo!
As eleições em Lisboa estão resolvidas: António Costa é o novo presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Resultado previsível.segunda-feira, 14 de maio de 2007
Lisboa - última hora
Fernando Seara recusa candidatar-se a Lisboa. 


