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terça-feira, 22 de maio de 2012

Nova rotunda no Marquês de Pombal

Quando ouvi a novidade, fiquei na dúvida: será que é uma boa ideia?
Depois de ver o boneco, a resposta é... "não".

Devem começar a sortear as passagens naquela rotunda...


domingo, 17 de abril de 2011

Desilusões

1 - 
Ainda bem que a CML não tem dívidas nem nada e pode gastar dinheiro assim...

2 -
Foi por influência dele, quando foi meu professor no ISCSP, que acabei por me filiar no CDS, nos idos de 2000/2001.
Sempre apreciei a sua frontalidade e clareza.
E lembro-me bem dele dizer várias vezes que politicamente estava ao centro, e que preferia falar com um comunista inteligente do que com alguém de direita idiota.
Nos últimos anos, enquanto presidente da AICEP, vi as suas intervenções como pondo o interesse nacional acima das questões partidárias. Embora descontando os elogios que ia fazendo a Sócrates.
Agora, com a sua escolha para integrar as listas do PS, é uma desilusão. Não faz sentido, depois de se olhar para o estado em que este governo deixou o país.
E não faz sentido ver um alto quadro do Estado, como ele é, entrar na política partidária desta forma.

As listas dos dois principais partidos a estas eleições legislativas deixam muito a desejar.
Pela parte que me toca, a minha escolha está feita há muito tempo.

terça-feira, 22 de março de 2011

Um Rio que corre?

O Prós e Contras de hoje pôs frente-a-frente António Costa e Rui Rio.
Depois de terem debatidos as cidades, na segunda parte analisam a crise política em curso.
Ouço Rui Rio. É - manifestamente - um dos melhores políticos deste país. Oxalá, ao deixar a Câmara do Porto, possamos tê-lo em funções de âmbito nacional.
Daria um excelente primeiro-ministro.
Pela frontalidade, pela verticalidade, pelas ideias que defende.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Alternativa para Lisboa

"O actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, também apontado como possível sucessor de José Sócrates na liderança do PS, anunciou que pretende recandidatar-se, em 2013, a um último mandato na autarquia da capital." (Público)

Faltam dois anos. Há tempo para PSD e CDS arranjarem um programa, um candidato, uma ideia de cidade. Um projecto forte e vencedor.
Mãos à obra para encontrar um Rui Rio para Lisboa.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Câmara de Lisboa versão carnaval

Leio na imprensa diária que António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, vai transferir o seu gabinete para o Largo do Intendente. Objectivo? Leio no Metro que esta é uma "decisão simbólica" destinada a "enfatizar" a importância da requalificação da zona. Nas palavras do próprio António Costa: "não podemos aceitar a estigmatização do Largo do Intendente."

Muito bem...
E se esta medida simbólica fosse tomada por Pedro Santana Lopes?
Em tempos de crise e de necessária contenção orçamental e corte de desperdícios, esta medida significa o quê? E quanto custa aos cofres da edilidades?

domingo, 11 de outubro de 2009

Escolhi assim

Com Lisboa sem nenhum candidato que me convencesse minimamente, a escolha foi difícil.
Olhei mais para o passado (para o que foi o historial de António Costa e de Santana Lopes enquanto presidentes da CML) do que para as propostas. Ambos têm coisas boas para Lisboa nos próximos quatro anos, e ambos propõem também absolutos disparates.
Na passada sexta-feira uma colega que é amiga pessoal de Santana Lopes tentou levar-me votar nele, uma vez que eu estava mais inclinado a votar em António Costa.
Fiquei a pensar, fui dando voltas à cabeça, li algumas propostas, ponderei a "obra" de cada um na CML, tentei ver as equipas de cada um...

E acabei a votar assim para a Câmara de Lisboa:

Satisfeito com a Junta de Freguesia, escolhi a continuidade da equipa:

Votei logo de manhã.
Se tivesse votado ao fim do dia, talvez fosse diferente.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Que futuro para Lisboa?

No próximo domingo, em Lisboa, a escolha será entre António Costa e Santana Lopes.

Ando há séculos a dar a volta a cabeça sobre o que fazer no próximo domingo - sim, porque eu vou sempre votar.
Entre mau e muito mau...
E Lisboa não aguenta mais 4 anos de experiências e carnavais.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Posso escolher...?

Nas próximas eleições autárquicas, como cidadão de Lisboa, a minha escolha para a CML terá de ser entre António Costa e Santana Lopes.

Posso ir ao Porto votar em Rui Rio?
(Ou noutro concelho qualquer em que haja algum candidato no qual me reconheça?)

terça-feira, 28 de julho de 2009

O debate da capital

Alguém viu o debate entre António Costa e Santana Lopes?
Só vi os minutos finais... não cheguei a nenhuma conclusão.

Não me interessa a contabilidade "quem ganhou-quem perdeu".
Queria saber visões da cidade, soluções, futuro. Não obras, contas, quase mercearia.

Uma coisa é certa: não voto em listas que tenham Sás Fernandes lá dentro. Só se o programa for para cima de excelente.

E ainda tenho a entrevista de Santana Lopes ao I para ler.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Lisboa vista por um "acordo coligatório"

"Helena Roseta será a número dois da lista do PS à Câmara de Lisboa" (Público)
"Como a lei não permite coligações entre partidos e movimentos de cidadãos, o PS e o movimento CPL vão assinar um "acordo coligatório" para definir as regras."

Depois de António Costa ter feito também um "acordo coligatório" (que expressãozita...) com José Sá Fernandes, hoje repete com Helena Roseta.

Assim, a Lisboa concorrem duas equipas: "acordo coligatório" (António Costa + Sá Fernandes + Helena Roseta) e Santana Lopes (PSD + CDS + PPM). E ainda o Bloco de Esquerda e o PCP.

Santana Lopes, na entrevista que deu ontem na RTP, disse qualquer coisa como isto: estes acordos de António Costa só demonstram a sua fragilidade.
Observação assassina. E é bem capaz de ter razão...
Estes acordos são a prova de que Santana lhes está a roer os calcanhares e que estão com medo.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Lisboa empata Costa e Santana

"António Costa e Pedro Santana Lopes estão empatados na corrida à Câmara de Lisboa, encontrando-se separados apenas por um ponto percentual. Segundo uma sondagem feita pela Universidade Católica para o JN/DN/RTP/Antena 1, o candidato do PS, António Costa, recolhe 38 por cento das intenções de voto dos lisboetas e Pedro Santana Lopes, da coligação Lisboa com Sentido, que congrega PSD, CDS-PP, MPT e PPM, 37 por cento." (PÚBLICO)

Curioso: quando António Costa ganhou em Lisboa, há dois anos, era visto como um presidente para 6 anos (2 + 4). Agora, com Santana, o seu futuro é incerto.
Apesar de algumas trapalhadas, Santana não foi um desastre em Lisboa (como alguns dizem ou esperavam). O túnel do Marquês foi uma boa ideia, apesar do Zé ter feito disparar os custos e empatado a obra (que ainda não foi concluída...).

Não sei porquê, mas algo me diz que este ano se vai repetir o que provocou o fim da era Guterres: tanto Lisboa como o país mudam de cor. Cheira-me. E não é só o "cheira bem, cheira a Lisboa"...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Lisboa já mexe...

"A Câmara de Lisboa convidou os munícipes a proporem na sua página on-line quais as prioridades que devem seguidas pelo município, que se compromete a investir cinco milhões de euros nos projectos escolhidos pelos cidadãos" (SOL)

A demagogia - e a caça ao voto - são uma coisa fantástica!
Como, de qualquer forma, haverá muito desperdício neste investimento de 5 milhões de euros, será que a edilidade disponibiliza uns trocos para oferecer uma habitação a alguns cidadãos? Assim como assim, não seria nenhuma novidade: já deram a quem manifestamente tem rendimentos para ter habitação própria... Mas eu é que estou a ser demagogo...

Até acho que António Costa está a fazer um bom trabalho em Lisboa, pondo as coisas em ordem, mas desconfio de políticas referendárias...

Entretanto, do lado do PSD, parece confirmado o nome de Santana Lopes para encabeçar a candidatura a Lisboa.
Apenas dois comentários:
1 - onde está o PSD da credibilidade que Manuela Ferreira Leite defendeu?
2 - esta candidatura será um acto de maquiavelismo de Ferreira Leite, condenando Santa Lopes a uma derrota e "arrumando-o" de vez? E que leitura se poderá fazer do resultado, qualquer que ele seja? No PSD, quem ganha e quem perde?

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Sem dinheiro...

Para quem não teve oportunidade de o fazer, vale a pena ler o "editorial" do SOL do passado fim-de-semana. Nele, José António Saraiva (JAS) diz que Manuela Ferreira Leite não é a melhor escolha para o país. "O pessimismo é um traço constante da idiossincrasia nacional", e exemplifica com o discurso de alguns intelectuais como Vasco Pulido Valente ou Medina Carreira.
Mais adiante avança que "pelo contrário, o optimismo é um tónico. Não garante o sucesso mas ajuda."
Até aqui tudo bem. É verdade, faz parte da postura perante a vida, do modo como se enfrentam as circunstâncias. A ciência prova que os optimistas vivem melhor.

JAS finaliza o editorial assim:

"Vem isto a propósito da nova líder do PSD, Manuela Ferreira Leite. É uma mulher séria, responsável, determinada - mas tem um enorme defeito para quem tem de liderar pessoas - é uma pessimista. Vê tudo a negro. Tem um ar zangado, amargurado, como aquelas professoras primárias de quem em miúdos tínhamos medo.

Ferreira Leite justifica o seu mau humor com a situação de «emergência social» que o país vive. Ora, a verdade é que Portugal não vive nenhuma situação de excepção. A situação que vivemos é de absoluta normalidade - e temos que nos habituar a esta ideia. As dificuldades do país vêm de trás e vão permanecer assim por muito tempo.

Os portugueses passam a vida à espera que aconteça qualquer coisa - um milagre, uma revolução, a chegada de um salvador - mas não vai acontecer milagre nenhum. Não vale a pena, portanto, chorar, nem fazer má cara, nem falar em desgraças. Temos, simplesmente, de nos habituar a viver com o que temos - e procurarmos ser felizes agora e não amanhã ou depois.

Manuela Ferreira Leite precisa de aprender a sorrir. Deve pensar que a desgraça atrai a desgraça. Deve perceber que a descrença não resolve coisa nenhuma e nos torna amargos, insatisfeitos e, no limite, abúlicos - porque quem não acredita em nada não tem vontade de se mexer.

Nós ja temos tendência para a melancolia. Se à frente do país estiver uma governante macambúzia e triste, Portugal tornar-se-á facilmente um imenso velório."


Seja.
Mas Portugal não pode ser a hiena que ri daquela célebre anedota...
A questão é que o país não tem dinheiro. Viveu de sorriso de orelha a orelha nos tempos áureos de Guterres - quando penso que votei nele... - e depois disso nunca mais saiu do pântano.
É como uma família: se não tiver dinheiro, e além disso estiver endividada até à ponta dos cabelos, não serão os sorrisos que lhe vão resolver o problema. Tem de cortar despesa.
É neste ponto que o PSD versão Manuela Ferreira Leite tem batido. Admito que com alguma demagogia, mas de forma certeira. Todos os cidadãos sabem fazer as contas básicas da vida: sem dinheiro não há vícios.
O PSD tem-se agarrado à questão das obras públicas. Quanto a mim, tem de clarificar e dizer concretamente quais as obras que podem ser deixadas para um momento mais apropriado.
Não pode é dizer o que disse Paulo Rangel (líder parlamentar do partido) no recente debate sobre o Estado da Nação: "O PSD não está contra obras públicas em geral nem contra nenhuma em concreto." Isto é o quê?!
Tal como não se pode agarrar a afirmações como esta: «O papel do PSD na oposição não é apresentar alternativas às propostas do Governo, mas sim fiscalizá-lo»
(Manuela Ferreira Leite, hoje). Ou seja, o PSD não é governo-sombra. Pois não será, mas tem de dizer quais as alternativas que quer para o país.

Em termos de comparação, temos a Câmara de Lisboa sob a mão de António Costa.
Hoje foi notícia que "a CML já pagou 180 dos 360 milhões de euros em dívida". Apesar disto, muitos acusam-no de não ter feito nada. Digamos que... ter feito isto só num ano é um milagre! Até tendo em conta as chamadas condições de governabilidade deste executivo camarário.
Só com as contas em ordem e a casa arrumada é possível ideias e projectar a cidade par ao futuro.
Hoje no Meia Hora, Manuel Falcão (do A Esquina do Rio) desanca a CML de António Costa por ter sido um ano perdido, não ter feito nada, ter cortado financiamentos a "organismos culturais independentes" (se são independentes, para quê precisam do dinheiro da CML?)...
António Costa tem apresentado trabalho, projectos, a Lisboa que aí vem para os próximos anos, a vontade de devolver o rio à cidade está em marcha (finalmente!)... Mas uma coisa é certa: sem ovos não há omeletes.
E é neste ponto que o PSD-Ferreira Leite tem insistido.
(A propósito, uma pergunta: no país que quer auto-estradas para todas as casas, TGV e um novo aeroporto em Alcochete, já alguém reparou que as transportadoras aéreas estão a reduzir o número de voos? Mesmo assim, justificar-se-á um novo aeroporto? Num momento em que os aviões têm maior autonomia de voo, e por isso menos necessidade de escalas técnicas em aeroportos secundários? Convinha pensar nisto, e não dizer disparates como o da energia nuclear, patrocinado pelo governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio...)
António Costa já anunciou que é candidato a mais um mandato. Se tiver oportunidade, é possível que Lisboa, capital de um país europeu, ganhe alguma coisa com isso.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Quadratura mudada

O programa de debate semanal da SIC-N "Quadratura do Círculo" perdeu Jorge Coelho, que vai ser presidente executivo da Mota Engil.
Vai daí, o escolhido por Pacheco Pereira e Lobo Xavier para substituir Coelho foi António Costa, presidente da Câmara de Lisboa.
Já o Corta-fitas criticou a escolha... e outros também.
Mas quem se lembra do que era a Quadratura inicial, com José Magalhães pelo lado do PS (actualmente é secretário de Estado da Administração Interna), até deve simpatizar com a escolha de António Costa.
José Magalhães era mais descontraído, mais agressivo, digamos mais trauliteiro, e acho que o debate tinha mais vida com ele. A vinda de Jorge Coelho devido à saída de Magalhães para o governo adormeceu um pouco o debate habitual.
Pela minha parte, estou curioso para ver o novo debate com António Costa.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Lisboa já tem presidente!


Finalmente a Câmara Municipal de Lisboa já tem um presidente, ao fim de muitos meses.

Como António Costa não chegou nem perto da maioria absoluta, para já conta com a ajuda do Zé, que agora é vereador do ambiente e espaços verdes.

O Zé irrita-me. Mas tenho de confessar - pelo que li - que as matérias abrangidas pelo acordo entre o novo presidente e o Zé-BE não me desagradam. Fico à espera para ver. (acordo disponível aqui)

Tal como disse antes, mantenho que todas estas medidas que António Costa para já apresenta são instrumentais. Só quero saber que ideia de cidade é que o novo presidente quer desenvolver.
Se conseguir arrumar a casa, como promete, daqui a dois anos está capaz de lançar um grande projecto de cidade europeia. Espero que consiga.
Lisboa merece. Lisboa agradece.
PS: repararam que o Zé mudou de óculos? Agora tem uns semelhantes aos anteriores mas mais fashion, com uma armação verde. Será que tem a ver com a pasta que ocupa? Humm...

domingo, 15 de julho de 2007

Lisboa pode ir de férias. Mesmo!

As eleições em Lisboa estão resolvidas: António Costa é o novo presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Resultado previsível.
Tal como a altíssima abstenção.
Entretanto, já houve ondas de choque: o discurso de Portas... O CDS teve, agora, o pior resultado de sempre em Lisboa. O mau Ribeiro e Castro nem isso conseguiu...
Aguarda-se o que vai acontecer à liderança do PSD.
Estive numa mesa de voto, como disse antes.
Num destes dias relato a experiência. Uma experiência interessante, com alguns episódios hilariantes.
Para acompanhar os resultados - com a conveniente análise crítica - ver o Abrupto, de Pacheco Pereira.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Lisboa - última hora

Fernando Seara recusa candidatar-se a Lisboa.
Boa resposta, de um bom presidente da Câmara de Sintra. Uma leitura inteligente de um homem inteligente. E sem o risco de o PSD perder Lisboa agora (é uma eleição extremamente difícil para o PSD, por mais notável que seja o nome apresentado), e vir a perder Sintra daqui a dois anos. Não troca o certo pelo incerto.
E agora?
Tendo todos os nomes apontados rejeitado candidatar-se, Marques Mendes avança?
O PSD não está em bons lençóis...


Por outro lado, parece confirmar-se que o candidato do PS é António Costa. Um disparate! Provocar uma remodelação no Governo, num elemento-chave, e às portas da presidência da UE, para ganhar a Câmara de Lisboa.