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sábado, 5 de maio de 2012

Os Vingadores


Eu, que nem sou particularmente fã deste tipo de filmes, achei Os Vingadores um filme muito bom.
Tem aventura, ficção científica, acção, comédia. Tudo na medida certa. São quase 2h30 muito bem passadas.

Como não me apetece escrever muito mais, copio o Homem sem Blogue:
"Já vi (e aconselho que o façam) este filme onde a sensualidade de Scarlett Johansson (Natasha Romanoff/Black Widow) se mistura na perfeição com a sensibilidade de camião TIR de Mark Ruffalo (Bruce Banner/The Hulk), com os longos cabelos loiros e a voz grossa de Chris Hemsworth (Thor), com o “jogo duplo” de Jeremy Renner (Clint Barton/Hawkeye), com o melhor fato de super-herói de Chris Evans (Steve Rogers/Captain America) e com o excelente humor de Robert Downey Jr. (Tony Stark/Iron Man). Para os fãs de How I Met Your Mother, há um novo lado de Cobie Smulders (Agent Maria Hill), a eterna jornalista da divertida série. A não perder!"

sábado, 7 de abril de 2012

Amigos Improváveis


Este filme francês é superlativo.
Cheio de humanidade, de humor, sem politicamente correctos, por vezes desconcertante.
Uma obra-prima destas é rara. Para mim, é um dos melhores filmes que vi nos últimos meses.

"Na sequência de um acidente de parapente que o deixou tetraplégico, Philippe (François Cluzet), um aristocrata francês de meia-idade, decide contratar alguém que o apoie nas suas rotinas diárias. É então que conhece Driss (Omar Sy), um jovem senegalês de um bairro problemático, recém-saído da prisão. Driss é, segundo todas as aparências, alguém totalmente inadequado à função, porém Philippe, estabelecendo com ele um vínculo imediato, contrata-o. Assim, com o passar dos dias, aqueles dois homens com vidas tão díspares vão encontrar coisas em comum que ninguém julgaria possíveis, nascendo entre eles uma amizade que, apesar de improvável, se tornará mais profunda a cada dia."

domingo, 11 de março de 2012

A Dama de Ferro

É um filme em dois registos: ora a senhora velha, delirante, com Alzheimer, ora a Primeira-ministra que mudou o Reino Unido com o seu braço de ferro. 
No primeiro registo o filme é cansativo, maçador, desinteressante (quero lá saber das alucinações da senhora doente presa em casa!); no segundo registo achei interessante, uma espécie de biopic, uma reprodução da vida e acção de Margaret Tatcher na política inglesa. 
Preferia que o filme fosse simplesmente sobre a vida de Margaret Tatcher e a sua importância no campo político. Ao ser centrado na sua velhice e com os constantes flashbacks ao seu passado político, o filme é quase como o Titanic. O coração deste filme é - devia ser - a vida de Tatcher, não a sua decadência e velhice.
Meryl Streep é camaleónica! Consegue transformar-se por completo em cada nova personagem, e aqui não é excepção. Está uma Dama de Ferro muito real e convincente.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Os Descendentes

Um drama. Uma traição. Uma morte anunciada. Um homem à procura de si mesmo. Uma adolescente adulta. Um adolescente com ares de parvalhão como muitos outros. Uma criança birrenta. As paisagens havaianas. E as respectivas camisas.
Basicamente é esta a história de Os Descendentes, filme nomeado para os Óscares não sei bem por que.

Ultimamente tenho ido pouco ao cinema, mas este não parece ser um filme para merecer a estatueta dourada.
O cenário não encaixa com o drama, se bem que as tragédias não sejam desconhecidas em paraísos. Mas há neste filme qualquer coisa que destoa.
Clooney não surpreende, por vezes não convence. Por exemplo, quando a filha adolescente lhe revela que a mãe tinha um caso com um tipo qualquer.
De todas as personagens que passeiam no filme, a mais densa é precisamente essa filha adolescente (papel desempenhado por Shailene Woodley). O resto é muito fraco.

Ah... quem classifica este filme de comédia (?) dramática não deve ter visto um minuto de filme.

domingo, 25 de setembro de 2011

Meia-noite em Paris


Woody Allen está em todas as imagens deste filme cheio de referências culturais (livros, escritores, artistas, quadros...), de Paris, de humor, até da sua maneira atabalhoada de falar (no papel desempenhado por Owen Wilson).
Gil e Inez são noivos de casamento marcado, mas o entendimento entre ambos não existe. Cada um tem um sonho de vida incompatível com os desejos do outro. Uma noite, depois de um jantar com amigos, Gil diz que precisa andar um pouco, perde-se, e o inesperado acontece. E passa a repetir-se todas as noites, com ponto de partida marcado. E o filme passa a viver em dois tempos, o real e o surreal. O presente e o passado. Ou o presente e o futuro. Ou tão-só o presente.
Mais? 
Têm de ver. Vale bem a pena.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A Conspiradora


Um filme muito interessante, no qual se defrontam duas visões sobre a justiça: a todo o custo (quase só vingança), ou com base no direito.
Com o assassinato de Abraham Lincoln, presidente dos EUA, e tendo como pano de fundo a Guerra da Secessão, Mary Surratt torna-se o bode expiatório de um governo - máquina burocrática - que quer a todo o custo apresentar um culpado num clima de vingança.
Surratt é a proprietária da pensão onde se encontram os envolvidos e o seu filho também está metido na conspiração contra o presidente.
Grande parte do filme decorre no tribunal militar constituído para o julgamento. E é patente a oposição entre uma máquina que quer vingar a morte de um líder, e a visão dos que se baseiam na lei e que defendem que a justiça tem de respeitar o direito.

Ao ver um filme como estes percebe-se por que os EUA são o país que são, com leis claras, que defendem a justiça contra leis à medida das circunstâncias e dos homens.

sábado, 16 de julho de 2011

Cinema na Quinta das Conchas


Noite de sexta-feira. Vento frio. Quinta das Conchas, Lisboa. Cinema ao ar livre. Companhia "simpática" (esta é uma private do filme). Filme "O Despertar da Mente", com Jim Carrey e Kate Winslet.

Até 23 de Julho, há cinema ao ar livre na Quinta das Conchas: CineConchas.
Embora quase no fim, a escolha é variada.
Convém levar uma manta...

terça-feira, 1 de março de 2011

Oscares: os premiados de 2011


Os vencedores deste ano por categorias:

Filme: O Discurso do Rei
Actor: Colin Firth, O Discurso do Rei
Actriz: Natalie Portman, Cisne Negro
Realizador: Tom Hooper, O Discurso do Rei
Fotografia: A Origem
Actriz Secundária: Melissa Leo, Último Round
Actor Secundário: Christian Bale, Último Round
Argumento adaptado: A Rede Social
Argumento original: O Discurso do Rei
Filme Estrangeiro: Num Mundo Melhor
Curta-Metragem de Animação: The Lost Thing
Longa-Metragem de Animação: Toy Story 3
Banda-Sonora original: A Rede Social
Canção Original: Randy Newman, Toy Story 3
Mistura de som: A Origem
Montagem de som: A Origem
Maquilhagem: O Lobisomem
Figurinos: Alice no País das Maravilhas
Documentário de curta-metragem: Strangers No More
Curta-metragem: God of Love
Documentário de longa-metragem: Inside Job - A Verdade da Crise
Efeitos visuais: A Origem
Cenografia: Alice no País das Maravilhas
Melhor Montagem: A Rede Social

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Noite de Óscares

Hoje é a noite dos Óscares (ou deverei escrever Oscars?).
Depois de algumas semanas com previsões várias, vão saber-se os contemplados com a estatueta dourada.

Por mim, levavam o Oscar os seguintes:
- Natalie Portam: melhor actriz, em "Cisne Negro";
- Colin Firth: melhor actor, em "O discurso do rei";
- Melhor filme: "O discurso do rei".

Pelo que leio, a atribuição do melhor filme está muito disputada entre a minha aposta/preferência e "Rede Social".
Sinceramente, dizer que "Rede Social" é o melhor filme... é uma patetice. É óbvio que a história trata do nascimento do Facebook, e que este tem e está a ter um impacto brutal na nossa sociedade. Mas daí até ser o melhor filme... Era como se houvesse um filme sobre Einstein e a bomba atómica, e ganhasse a estatueta pelo seu impacto na II Guerra Mundial. Sem atender à qualidade do filme.
(Sobre estas divergências de escolha, basta-me a atribuição do melhor filme a "Quem quer ser milionário?"... quando a minha preferência ia para "O estranho caso de Benjamin Button", um dos melhores filmes que vi na vida).
Um outro filme que não me espantaria que ganhasse nesta categoria é "A Origem". Grande história, grande filme.

Mas esta noite acabarão as dúvidas.
E começará a corrida aos cinemas para ver ou rever fitas.
Bons filmes e boas escolhas.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Cisne Negro



Uma Natalie Portman soberba protagoniza um filme perturbador.
A outra face de cada um. O que fazemos, ou somos obrigados a fazer-ser, por pressão exterior? Até onde vai a capacidade de resistência e sofrimento?
O que é o sonho, a ambição, o orgulho?

A menina merece o Oscar, sem dúvida.

domingo, 9 de janeiro de 2011

O Turista


Cá está um filme melhor do que esperava. Pensei que seria um simples filme de acção, com umas perseguições e tal. Mas é mais do que isso. E tem pitadas de humor na dose certa. E o Johnny Depp ao nível que já nos habitou, em grande. E Angelina Jolie muito sofisticada, sempre, em qualquer situação.

O Turista... será apenas um turista acidental?

E Veneza...

sábado, 11 de dezembro de 2010

102

Manoel de Oliveira, decano dos realizadores a nível mundial, completa hoje a provecta idade de 102 anos.
Acho notável a lucidez que mantém, as ideias para o futuro, a frescura, o discurso claro.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

António Feio

Ontem desapareceu um grande humorista, provocador, com apenas 55 anos.
Já nos fez rir a todos com o seu humor, a sua ironia.
Nos últimos tempos, com este depoimento sobre Contraluz (um filme que está nos cinemas), disse-nos para "aproveitar a vida, apreciar cada momento e não deixar nada por dizer ou fazer".


quinta-feira, 3 de junho de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Um Lugar para Viver


Gosto de filmes com história, com conteúdo, com gente dentro. "Um lugar para viver" é isso tudo.
Leve, divertido, ternurento, sem pretensões.
Neste ano, deve ser o melhor filme que vi.


De Sam Mendes, conta com desempenhos de John Krasinski e de Maya Rudolph

Recomendo!

No Cinecartaz do Público:
"Verona (Maya Rudolph) e Burt (John Krasinski) são namorados, têm 33 anos e fazem uma aterradora descoberta: vão ter um filho. Quando percebem que os pais dele vão deixar o país um mês antes do nascimento do bebé tomam consciência que já nada os prende ao lugar onde vivem. Decidem então fazer uma longa viagem pelos EUA e Canadá em busca de um lugar para viver e de um modelo familiar que os inspire no seu novo papel de pais. Pelo caminho vão reencontrar velhos amigos, alguns com famílias mais excêntricas, outros mais conservadores, mas todos com as suas próprias contrariedades e alegrias. No final ambos vão compreender que o lugar a que chamarão lar é, de todos, o detalhe menos importante...
O último filme de Sam Mendes ("Beleza Americana", "Caminho para a Perdição", "Revolutionary Road"), em estilo "road movie", fala sobre a beleza de cada recomeço e do pouco controlo que cada um pode ter sobre o seu próprio destino."

Site oficial aqui.

domingo, 14 de março de 2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

Óscares 2010

E os premiados foram:

Melhor Filme – Estado de Guerra
Melhor Realização – Kathryn Bigelow (Estado de Guerra)
Melhor Actor – Jeff Bridges (Crazy Heart)
Melhor Actriz – Sandra Bullock (The Blind Side)
Melhor Actor Secundário – Christoph Waltz (Sacanas Sem Lei)
Melhor Actriz Secundária – Mo’Nique (Precious)
Melhor Argumento Original – Estado de Guerra
Melhor Argumento Adaptado – Precious
Melhor Fotografia - Avatar
Melhor Caracterização – Star Trek
Melhor Direcção Artística – Avatar
Melhor Guarda Roupa – Young Victoria
Melhor Edição de Som – Estado de Guerra
Melhor Mistura de Som – Estado de Guerra
Melhor Montagem – Estado de Guerra
Melhores Efeitos Visuais – Avatar
Melhor Documentário – A Baía da Vergonha
Melhor Filme Estrangeiro – El Secreto de Sus Ojos (Argentina)
Melhor Filme Animação – Up, Altamente
Melhor Canção Original – Crazy Heart
Melhor Banda Sonora – Up, Altamente
Melhor Curta de Animação – Logorama
Melhor Curta de Ficção – The New Tennants
Melhor Curta Documental – Music By Prudence

Não vi "Estado de Guerra", mas não me chocou o facto de "Avatar" não ter passado dos óscares técnicos.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Tudo pode dar certo

Mais um Woody Allen hilariante.
Vejam. Riam à gargalhada. Descubram que tudo acaba por dar certo.
O filme tem tiradas absolutamente geniais.
Boris Yelnikoff (Larry David) é uma personalidade completamente delirante, um génio da física, quase Nobel, que vive num mundo muito próprio. Esse mundo vai ser abalado quando Melody (Evan Rachel Wood) lhe aparece à porta à procura de um abrigo...
Esta é a nova diva do realizador: Evan Rachel Wood. Num papel parecido a um que Scarlett Johansson fez também com Allen, julgo que em Match Point.

Ler esta excelente crítica/análise do filme na Visão.

Quanto a umas classificações que vi por aí de "comédia romântica" sobre este filme... p'lomordeus!