quinta-feira, 1 de abril de 2010
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Um abaixo assinado resolve isto?
Fiquei triste ao ler esta notícia.
Primeiro, Herman José, o grande artista português, vale mais do que um simples apresentador de programas musicais.
Depois, é absolutamente irritante esta onda televisiva de programas musicais. Ao domingo, alguém que queira ver os 4 canais nacionais, não tem por onde escolher. Ainda bem que tenho TV Cabo!
E isto tem uma agravante: ainda repetem estes programas fantásticos noutros dias quaisquer para encher chouriços.
O que ganham os 3 canais principais com estas estopadas?
O que me escandaliza ainda mais é que a RTP tem um programa de luxo que agora remete para depois das 23h: Os Contemporâneos.
2 - por que carga de água é que, de há uns tempos para cá, no trabalho, tudo o que é pedido vem com a palavra "urgente" anexa?
É uma declaração? É urgente.
São as tabelas para o novo sistema? É urgente.
É o trabalho habitual? É urgente.
São as burocracias acrescidas em nome da simplificação? É urgente.
É mais não sei quê? É urgente...
Se são urgências, vão para um hospital!!!
F%$#&€!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Herman José de topo
Inteligente, livre, bem-humorado, falou da vida, contou episódios engraçados, criticou a sociedade, viajou, fez-nos viajar... foi um Herman José a grande nível.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
O Natal de Herman José
Divertiu, inventou, cantou, imitou, contou anedotas... foi o "velho" Herman José, ao melhor nível. Foi tão bom que, no fim, teve de voltar duas vezes ao palco! Foram duas horas sem pausa.
Nos últimos anos a sua imagem televisiva degradou-se, mas continua a dominar a arte do entretenimento. Um ano assim, como artista de variedades, com aparições esporádicas na televisão, e aí tínhamos novamente o génio do Herman de volta em grande.
domingo, 13 de abril de 2008
Dia do beijo
Vai daí... cá fica o vídeo da música "O Beijinho" de Herman José, filmado em 2004 no VI ApocalISCSPiano.
É o melhor que se pôde arranjar...
quarta-feira, 26 de março de 2008
Porreiro, pá!
Ontem Sócrates garantiu que “a crise orçamental está ultrapassada” e que “o Estado não tem nenhuma razão para pensar que a situação se vai repetir”.
Tirando a parte de ele se considerar “o Estado”... adiante!
Ficamos a saber que o défice público em 2007 ficou-se pelos 2,6% e não pelos previstos 2,9%, se não estou
Hoje também Sócrates anuncia mais uma boa notícia (até ver...): a taxa máxima de IVA desce de 21% para 20% (para os mais distraídos, a redução é de 1 ponto percentual, não de 1%… esta seria se descesse 0,21 pontos percentuais. Ou seja, o IVA passaria a ser de 20,79%... complicadinho... Alguém explique isto ao engenheiro de todos nós, sff.)
Será um começo. Quanto mais não seja, da campanha eleitoral.
(Os contorcionismos dos partidos da oposição - todos - para criticar o governo por esta pequena descida é deveras fantástica...!)
Mas gostava de saber se esta redução vai ser real, ou se vai servir para os mesmos truques que os ginásios fizeram no início do ano: a margem de redução não é sentida pelos consumidores, mas transforma-se em lucros dos comerciantes…
sexta-feira, 6 de julho de 2007
terça-feira, 3 de julho de 2007
Cantinho do poeta - 22
Balada da neve
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía do azul cinzento
do céu, branca e leve, branca e fria...
– Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
– e cai no meu coração.
Todos se lembrarão de um célebre sketch de Herman José com o primeiro verso deste poema...
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Hora H - Daniel Matos Blogodependente
O director do canal que fala, fala, mas cujo discurso é absolutamente ininteligível. Um must! (infelizmente não tem vídeos no YouTube).quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Hora Herman José
Portanto, devem vir aí mais uma série de expressões para juntar a outras tantas que fazem parte do humor nacional:

Cá estão o Edmilson Fitipaldi Filho e o Júlio Flores.
O primeiro é um "realizador brasileiro que veio dos seriados directamente para a informação. Acha que a televisão é dinâmica, acha que os noticiários têm de ter 'muita acção, muito drama, muito movimento!' e que o que interessa são as audiências". Quem é que ele vos faz lembrar?
O outro "é o melhor 'cameraman' da estação e esforça-se imenso para mostrar que é muito macho, machão mesmo. Mas está-lhe sempre a fugir o discurso para a bichice".

Aqui temos o Américo Russo ("o jornalista mais prestigiado do Canal, a grande figura, o grande mito do jornalismo. O seu sonho era não pisar os palcos da guerra enquanto repórter, mas sim os palcos de teatro enquanto actor") e a Maria Francisca Calçada Pardoca de Carriche ("uma aristocrata do fado. É uma tia chique que um dia viu os comentários semanais do Marcelo Rebelo de Sousa e decidiu que também devia ter umas crónicas assim. e tem. Faz um comentário sobre os temas da semana. E também sugere livros").
Temos ainda outras personagens: o Yuri Tupolev...

... o Raposinho Pinto...

A não perder! Já no próximo sábado, na SIC.

