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domingo, 25 de setembro de 2011

Meia-noite em Paris


Woody Allen está em todas as imagens deste filme cheio de referências culturais (livros, escritores, artistas, quadros...), de Paris, de humor, até da sua maneira atabalhoada de falar (no papel desempenhado por Owen Wilson).
Gil e Inez são noivos de casamento marcado, mas o entendimento entre ambos não existe. Cada um tem um sonho de vida incompatível com os desejos do outro. Uma noite, depois de um jantar com amigos, Gil diz que precisa andar um pouco, perde-se, e o inesperado acontece. E passa a repetir-se todas as noites, com ponto de partida marcado. E o filme passa a viver em dois tempos, o real e o surreal. O presente e o passado. Ou o presente e o futuro. Ou tão-só o presente.
Mais? 
Têm de ver. Vale bem a pena.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Tudo pode dar certo

Mais um Woody Allen hilariante.
Vejam. Riam à gargalhada. Descubram que tudo acaba por dar certo.
O filme tem tiradas absolutamente geniais.
Boris Yelnikoff (Larry David) é uma personalidade completamente delirante, um génio da física, quase Nobel, que vive num mundo muito próprio. Esse mundo vai ser abalado quando Melody (Evan Rachel Wood) lhe aparece à porta à procura de um abrigo...
Esta é a nova diva do realizador: Evan Rachel Wood. Num papel parecido a um que Scarlett Johansson fez também com Allen, julgo que em Match Point.

Ler esta excelente crítica/análise do filme na Visão.

Quanto a umas classificações que vi por aí de "comédia romântica" sobre este filme... p'lomordeus!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Vicky Cristina Barcelona


Tendo como pano de fundo Barcelona (e Oviedo), é um filme com a marca de Woody Allen. Com aquelas inquietações amorosas e relacionais que perpassam em alguns dos seus filmes, com aqueles labirintos de amores possíveis e impossíveis ao mesmo tempo.
Com três beldades – Scarlett Johansson, Rebeca Hall (maravilhosa) e Penélope Cruz - numa procura do amor, chocando com as contingências da vida, e com Javier Bardem como ponto de união. Às tantas, Maria Helena (Penélope Cruz) sai-se com esta: “só os amores não correspondidos podem ser românticos”. E sabe do que fala, dado o conflito permanente e mortal com o seu Juan António (Javier Bardem).
O filme transpira sensualidade e provocação em quase todas as cenas. E a triangulação que acaba por ligar os quatro personagens e vidas não a as deixa de lado.
Neste filme, há imagens para as quais apetece ser transportado de imediato. E há momentos étnicos por exemplo, com as guitarras espanholas) absolutamente notáveis.

O contraste entre os latinos espanhóis Penélope Cruz e Javier Bardem, fogosos, apaixonados, cheios de garra, e as americanas cheias de inseguranças e com todos os hábitos urbanos, é algo de interessante.
Não tem o humor de um “Match Point” ou de um “Scoop”, mas é um filme de Woody Allen, apostado em brincar com os mal-entendidos da vida e do amor. E basta.

Uma interessante análise ao filme aqui, por Luís Miguel Oliveira.

Barcelona, que já era uma cidade a visitar um dia, mantém o encanto. Oviedo surgiu com interesse.