domingo, 15 de julho de 2012
Perdidamente
domingo, 4 de julho de 2010
Parafraseando - 88
Santo Agostinho
sábado, 3 de abril de 2010
Os cadeados do amor, em Roma

A cidade é Roma. O assunto, um símbolo do amor eterno entre namorados.
"A lenda dos cadeados da Ponte Milvio já se tornou uma verdadeira atracção turística para os namorados.
(...)
Tudo começou com um romance, Ho voglia di te (Quero-te), de Federico Moccia, um culto para os adolescentes, onde era celebrado o ritual do cadeado, com os nomes dos namorados, eventualmente com uma frase romântica, ligado a um porte da Ponte Milvio. Fechado o cadeado com a chave, e atirando-a às águas do rio Tibre... será amor eterno."
A coisa até tem direito a site, onde podemos ver mais fotos de amores eternos. Tudo selado com um cadeado.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Respirar no amor
O amor não conhece nenhum passado; é sempre fresco, tão fresco como as gotas de orvalho. Ele vive momento a momento, é atômico. Não tem nenhuma continuidade, não conhece nenhuma tradição.
Cada momento ele morre e cada momento ele renasce novamente. É como a respiração: você inspira, você expira; de novo você inspira e expira. Você não o guarda dentro.
Se você segurar a respiração você irá morrer porque ela se tornará viciada, ela se tornará morta. Ela irá perder aquela vitalidade, a qualidade da vida. O mesmo acontece com o amor; ele está respirando; a cada momento ele se renova. Então quando ficamos presos no amor e paramos de respirar, a vida perde toda significância.
E é isso que está acontecendo com as pessoas: a mente é tão dominante que ela até mesmo influencia o coração e o torna possessivo! O coração não conhece nenhuma possessibilidade, mas a mente o contamina, o envenena.
Então se lembre: apaixone-se pela existência! E deixe que o amor seja como o respirar. Inspire e expire, mas deixe que seja o amor entrando, saindo. Pouco a pouco a cada respiração você precisa criar essa mágica de amor.
Torne isso uma meditação: quando você expirar, sinta que você está derramando seu amor na existência; quando você inspirar, a existência está derramando seu amor em você. E logo você verá que a qualidade da sua respiração está mudando, assim ela começa a ficar algo totalmente diferente daquilo que você sempre conheceu antes.
Eis porque na Índia a chamamos de o prana da vida, não é apenas respirar, não é somente oxigênio. Algo mais está lá presente, a própria vida."
Descaradamente copiado do Palavras de Osho
terça-feira, 31 de março de 2009
Pedro procura Inês pelas ruas de Lisboa
No TVI 24:«Cartazes de amor platónico enchem coração da cidade. Cavaleiro dos tempos modernos procura a sua amada É uma história de amor platónico. É um Pedro enamorado por Inês. É um fado que os fez desencontrar. Pedro procura Inês.
Pelas ruas de Lisboa Pedro afixou cartazes de amor na esperança de voltar a encontrar a amada. Todos os dias escreve no Blogue e aguarda um contacto da mulher que lhe enche o coração.
Rui Faustino, nome verdadeiro, conheceu Inês há 10 anos. Há três perdeu-lhe o rasto. Ela mudou de telefone, morada e trabalho. Há poucos meses, a chama do amor reacendeu-se depois de os olhares se terem de novo cruzado. Ela ia já no autocarro, ele correu atrás «desalmado» durante quatro paragens.
De Santa Apolónia, Lisboa, Pedro relembra a última vez que avistou Inês. Pedro «sente» que Inês lê as mensagens que lhe deixa no blogue e os encontros que marca nos miradouros de Lisboa, em lugares românticos para abraçar o seu amor. Pedro espera sempre. Inês nunca aparece.
Pedro e Inês conheceram-se em Tomar durante a Feira Medieval. Pedro leu o Tarot e o destino de Inês. Mas Inês era amiga dos tempos de liceu de Constança, a mulher com quem Pedro casou. Este «cavaleiro» dos tempos modernos afiança que Inês é a mulher por quem se divorciou e garante que nunca lhe foi infiel.
Certo é que a vida lhes trocou as voltas. Pedro perdeu o rasto de Inês. De Inês nada mais se sabe.»
Se isto não é amor...
Claro que haverá sempre os cínicos a dizer que o homem é louco, que tem uma fixação, que não conseguiu ultrapassar, que.. que.. que...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Amote
"Não percebo porque é que o amo-te se escreve desta forma: amo-te, quando deveria ser desta: amote. O amo-te não deveria ter hífen ou tracinho como se costuma dizer. O amote que eu falo, este, não deveria ter espaço para que nenhuma letra respirasse, para que ficassem ali as letras apertadinhas de forma a não caber mais nenhuma porque a verdade é que quando se ama alguém não cabe mais ninguém ali, porque não há espaço, porque as letras estão literalmente sufocadas por essa palavra que se deveria escrever apenas e só assim: Amote."
Afinal, como dizia o anúncio da Olá, “quem gosta, gosta sempre”.
sábado, 30 de agosto de 2008
Same old, same old
"Same old, same old
as mesmas, mesmíssimas palavras, a mesma, mesmíssima promessa, a mesma, mesmíssima ficção. tudo o mesmo, e no entanto nada. amo-te, só penso em ti, só te quero a ti. passas a vida a querer ouvir isto — tu e toda a gente. não inventas nada. só um rosto e uma voz para a cena, porém. um rosto e uma voz que não encontraste ainda ou que já conheces. só aquele. nenhum outro para o papel, nenhum outro para o fulgor. assim meses, anos, até que um dia muda, e tu não sabes porquê, não percebes, talvez nem queiras, talvez resistas, mas um dia já não queres ouvir nem dizer. perguntar-te-ão mil, milhões de vezes o que tu te perguntas — por que desapareceu, que era que desapareceu, onde está. não sabes dizer, não tens resposta, escutas o teu coração, tentas ouvi-lo como quem tenta ouvir deus, pedes um sinal, uma palavra, qualquer coisa. não virá daí luz, nenhuma luz. aprende comigo: nunca saberás porquê. nunca terás respostas e muito menos ‘a resposta’. é assim porque é assim, é assim como tudo é porque é. podes depois fazer contas e atribuir culpas e méritos, fazer colunas, longas colunas de deve e haver. mas não chegarás a nada, nenhuma iluminação. podes até dizer: se deixou de ser nunca foi. porque qualquer coisa assim tão intensa que se esvai sem aviso, sem notificação, não pode ter sido. inventaste tudo. enganaste-te. foi mentira. foi, foi mentira. não, nunca houve. não, nunca foi, nunca foste, nunca foram. inventa outra vez, inventa razões, motivos, enganos, traições. talvez nem tenhas de os inventar, talvez tenha havido isso tudo. e a outra coisa. sei isto, aprende comigo: nunca te habituas ao fim dessa coisa que nem sabes bem o que é. nunca te conformas nem resignas, mas vives com isso. vive com isso."
quinta-feira, 3 de julho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Parafraseando - 15
"Todas as paixões nos levam a cometer erros, mas o amor faz-nos cometer os mais ridículos."
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Sentimento ridículo...?
Ridículas.
Nao seriam cartas de amor se nao fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas).
Álvaro de Campos/Fernando Pessoa
Amor... essa estranha língua
Albânio - Te dua
Alemao - Ich liebe dich
Alentejano - Gosto de ti, porra!
Amárico - Afekrishalehou
Arabe - Ana Behibak (para um homem)
Arabe - Ana Behibek (para uma mulher)
Bávaro - I mog di narrisch gern
Birmanês - Chit pa de
Boliviano - Qanta munani
Búlgaro - Obicham te
Cantonês - Moi oiy neya
Catalão - T'estim
Checo - Miluji te
Chinês - Ngo oi ney
Cingalês - Mama oyata adarei
Coreano - Tangsinul sarang ha yo
Corso - Ti tengu cara (para uma mulher)
Corso - Ti tengu caru (para um homem)
Croata - Ljubim te
Dinamarquês - Jeg elsker dig
Eslovaco - Lubim ta
Esloveno - Ljubim te
Espanhol - Te amo
Esperanto - Mi amas vin
Flamengo - Ik zie oe geerne
Filipino - Mahal ka ta
Finlandês - Mina rakastan sinua
Francês - Je t'aime
Francês Canadiano - Sh'teme (falado, tem este som)
Frisao - Ik hald fan dei
Gaélico - Tha gra agam ort
Grego - S'ayapo (diz-se s'agapo, a 3ª letra é a letra minúsculo "gamma")
Grego antigo - Ego philo su
Gronelandês - Asavakit
Havaiano - Aloha i'a au oe
Hebreu - Ani ohev otach (para uma mulher)
Hebreu - Ani ohevet otcha (para um homem)
Holandês - Ik hou van jou
Húngaro - Szeretlek
Iídiche - Ich han dich lib
Indonésio - Saya cinta padamu
Inglês - I love you
Iraniano - Mahn doostaht doh-rahm
Irlandês - Taim i' ngra leat
Islandês - Eg elska thig
Italiano - Ti amo
Japonês - Kimi o ai shiteru
Javanês - Kulo tresno
Jugoslavo - Ya te volim
Klingon* - Qabang
Latim - Vos amo
Latim antigo - Ego amo te
Letao - Es milu tevi
Libanês - Bahibak
Lisboeta - Gramo-te bué, chavalinha
Lituanio - Tave myliu
Macedoniano - Sakam te
Madrileno - Me molas, tronca
Malaio - Saya cintakan mu
Mandarim - Wo ai ni
Mohawk - Konoronhkwa
Norueguês - Eg elskar deg
Panjabi - Mai taunu pyar karda
Paquistanês - Mujhe tumse muhabbat hai
Persa - Tora dost daram
Polaco - Kocham cie
Português (Brasil) - Eu te amo
Portuense - Amo-te, carago!
Queniano** - Tye-mela'ne
Romano - Te iu besc
Russo - Ya vas liubliu
Sérvio - Ljubim te
Servo-Croata - Volim te
Sioux - Techihhila
Sírio/Libanês - Bhebbek (para uma mulher)
Sírio/Libanês - Bhebbak (para um homem)
Sueco - Jag alskar dig
Suíço/Alemao - Ch'ha di ga"rn
Tagalo - Mahal kita
Tailandês - Khao raak thoe
Taitiano - Ua here vau ia oe
Tâmil - nan unnaik kathalikkinren
Télego - Neenu ninnu pra'mistu'nnanu
Tunisino - Ha eh bak
Turco - Seni seviyorum
Ucraniano - Ja tebe kokhaju
Vietnamita - Em yeu anh (para um homem)
Vietnamita - Anh yeu em (para uma mulher)
Vulcan* - Wani ra yana ro aisha
Zulu - Mena tanda wena
Amores...
Consta também que é o Dia Nacional da Doença Coronária (ler bem: co-ro-ná-ria).

Vou é beber um martini...
sábado, 1 de setembro de 2007
E... coisa



