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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Amigos como dantes

Cavaco recebeu hoje José Sócrates em Belém.
A audiência terá durado 45 minutos e "foi uma boa conversa".

Tudo está bem quando acaba bem. ou não.
Citando o editorial do Público de ontem: "esta história não acaba aqui - muito longe disso. Não são boas notícias para o país, sobretudo no momento que vive."

Ah... afinal parece que a audiência de hoje com Sócrates insere-se nas normais consultas do PR para a indigitação do primeiro-ministro, na sequência das eleições legislativas de domingo.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A palavra de Cavaco

A declaração de Cavaco Silva, esta noite, é gravíssima. Porque não o fez antes das eleições?!
Percebo que não quisesse falar antes, para não interferir na campanha para as legislativas, mas fê-lo (e de que maneira!) quando demitiu Fernando Lima. Sem uma palavra, fez ruído suficiente.
As dúvidas que deixou são legítimas.
E as declarações que fez esta noite são graves. Acusa um dos contendores das eleições legislativas. Não seria útil para os cidadãos-eleitores saberem disto antes de votarem?
Teria sido mais esclarecedor que o tivesse feito.
Depois desta declaração, como vai Cavaco Silva dar posse a um governo liderado por José Sócrates e tutti quanti?

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A mão invisível

Pacheco Pereira tem razão quando afirma isto:

"O Presidente da República tem certamente coisas graves para dizer ao país e entendeu que se as dissesse interferia no acto eleitoral. Muito bem, compreende-se que o faça, embora também se interfira na campanha por omissão. Mas o Presidente rompeu o seu próprio silêncio e "falou" através da demissão do seu assessor de imprensa e, sendo assim, interferiu de facto na campanha eleitoral. Mais valia agora que dissesse tudo para não acordarmos no dia 28 sabendo coisas que mais valia que fossem conhecidas já. Para contarem para a decisão de voto dos portugueses, com cujo resultado final ele já está inevitavelmente comprometido." (Abrupto)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O que falta saber

Tenho para mim que esta história das escutas em Belém, das palavras e actos de Cavaco Silva, e todo o folclore associado - potenciado pelo período eleitoral - está longe de estar bem explicada.
Cavaco não costuma perdoar falhas. Aguardamos pelo dia seguinte às eleições legislativas. Ganhe quem ganhe.