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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Google vai de eléctrico

No dia em que se assinala a entrada em circulação do primeiro eléctrico em Lisboa, entre o Cais do Sodré e Algés, a Google Portugal tem este mimo:


Foi a 31 de Agosto de 1901 que o primeiro eléctrico de Lisboa começou a circular, na então chamada Linha Marginal Ocidental, que ligava o Cais do Sodré e Algés (concelho de Oeiras), o trajecto mais antigo que ainda é percorrido. Daí em diante, toda a linha existente foi electrificada, surgiram novas carreiras e a frota cresceu. Aos veículos inicialmente comprados aos Estados Unidos juntaram-se os fabricados na Empresa de 1924 em diante.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A metamorfose

A Google pegou no Gmail e transformou-o em Google Buzz. (Público)
De simples (!) mail passou a uma coisa estranha que junta redes sociais e afins.
Já andei por lá e confesso que não percebo a funcionalidade da coisa. Ao entrar estão sempre lá os textos de sempre. No Google Reader posso dá-los como lidos e desaparecem. E sei quais são as novidades. No Buzz não.

Quem quiser, que se maravilhe com a novidade. Eu não.

Também já tinha aderido ao Twitter, andei por lá uns dias e depois... não tem interesse.

terça-feira, 14 de julho de 2009

O dia em notícias

1 - "A guerra entre a Google e a Microsoft está ao rubro. A Google prepara-se para lançar no mercado o Chrome OS, um sistema operativo grátis para já destinado aos 'netbooks', mas que poderá vir no futuro a concorrer com o célebre Windows; a Microsoft responde e avança com o motor de busca Bing, onde gastou 100 milhões de dólares em promoção, e está a desenvolver o Gazelle, um produto parecido com o próprio Chrome OS. Quem irá vencer o braço-de-ferro?" (DN)

2 - "Cada vez mais polícias compram material à sua custa
O medo de serem agredidos ou baleados está a levar cada vez mais polícias a gastar do seu bolso para comprarem equipamento de protecção. Há empresas que fazem descontos e deixam pagar a prestações" (DN)

3 - "Galp está a ser investigada pela autoridade espanhola da concorrência" (I)

4 - "Manuel Alegre recusará reedição do Bloco Central ou qualquer aliança à direita" (Público)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Google contrata 200 cabras

No Expresso:

"As mais recentes contratações da Google são, nada mais, nada menos, do que 200 cabras, que vão tratar da relva da sede da empresa em Mountain View, na Califórnia.

Com a contratação das cabras, anunciada no blogue da empresa, evitam-se os "barulhentos corta-relvas que usam gasolina e poluem o ar". O rebanho foi alugado à empresa Califórnia Grazing, sendo o custo "quase o mesmo" do que contratar pessoa para fazer o trabalho.

De acordo com o comunicado da empresa no blogue, "é mais engraçado ver os animais do que as habituais máquinas a cortar as ervas daninhas". As cabras vão ficar uma semana nos jardins da Google, guiadas por Jen, uma cadela de raça "border collie" que irá ajudar a controlar os animais e obrigá-los a trabalhar.

A iniciativa da Google não é, contudo, pioneira. Anteriormente a concorrente Yahoo também fez a mesma coisa, tal como a Câmara Municipal de São Francisco que usa animais para tratar de alguns dos seus jardins."

sábado, 4 de abril de 2009

Volta ao mundo em curtas - 4

1 - Google quer comprar Twitter
"Depois do YouTube, o gigante da Internet prepara-se para alargar ainda mais o seu ciber-império através da compra do popular site de micro-blogging Twitter."

2 - E não é que é verdade...?
"Há uns anos, as gaffes de George W. Bush ou de Jacques Chirac (outro especialista) enchiam páginas de jornais, geravam comentários e opiniões do mais agressivo que há. Nos tempos que correm, Barack Obama e a sua mulher Michelle podem dar-se ao luxo de dar pontapés no protocolo, podem dizer gracinhas sem piada nenhuma, sob o disfarce de quererem parecer gente descontraída, e não se passa nada." (via Corta-fitas)

sábado, 3 de março de 2007

A vida antes do Google

A Ana Sá Lopes escreveu no DN um texto delicioso sobre "a vida antes do Google". E antes dos telemóveis. E da internet...
Já ninguém se lembra, não é?
"Quando o meu filho nasceu não havia telemóveis. Quer dizer, haver havia, mas quase ninguém tinha. Como ele nasceu durante uma "ponte", com metade da família em lugares incertos ou sem telefone fixo, quase ninguém soube no dia. [E isso foi importante? Nada. Hoje, para qualquer um de nós, o apagamento dos telemóveis durante um acontecimento destes tornar-se-ia uma catástrofe e alguém ficaria infeliz.].
A verdade é que vivíamos bem. Conseguíamos estar incontactáveis e bem. Hoje isso parece-me um absurdo. Como é que estávamos bem sem ninguém saber de nós? Como é que passávamos horas longe dos nossos filhos, às vezes sem telefones fixos à mão? E, pior, sem medos? E sem estar a presumir infidelidades? Acreditando piamente no livre arbítrio da vida, nas pessoas que se atrasam, no nada que é o que mais das vezes acontece? Como é que dávamos aos outros um agora facilmente alienável direito à autonomia (poder estar sozinho)?
Que coisa esquisita - agora ao escrever isto sinto-me uma espécie de neandertal do passado recente, como se tivesse havido uma linha contínua dos meus avós até mim, abruptamente quebrada pelo telemóvel, pelo google e pela Internet. Como se o mundo estivesse dividido entre o depois da electricidade e o antes da Internet. E como se, e isto é a pior das loucuras, houvesse nisso um qualquer rasto de virgindade. (No primeiro capítulo de A Morgadinha dos Canaviais, Henrique, o herói urbano-depressivo da época de Júlio Dinis, aloja-se na casa sem luz das tias minhotas, onde começa a redescobrir a felicidade. Estas conversas tecnonostálgicas aproximam-se um bocado desse moralismo reconfortante, eu sei.)
Por exemplo, durante algum tempo, alguns de nós resistimos ao telemóvel (António Barreto escreveu deliciosos manifestos furiosos). Eu também resisti e essa resistência, ainda hoje cultivada esporadicamente, parece hoje um arcaísmo irresponsável. E antes do google, como vivíamos antes do google? Telefonávamos mais (dos fixos) para "saber coisas" ou íamos aos centros de documentação? E antes do mail? Nos anos 60, um famoso jornalista de Lisboa já enviava, de casa, as suas peças para o Diário Popular - mas de pombo-correio. Havia vida antes do google. Uma vida remota, misteriosa."