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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Coisas que me intrigam

1 - 
A moda do momento nas lojas é anunciar na montra um desconto de 20%, 30%, 50%... mas, quando nos aproximamos da montra, em letras minúsculas, diz que é na compra do 2º artigo. Esta limitação está sempre inscrita de forma minúscula; o fabuloso desconto aparece em letras garrafais.
Isto não pode ser considerada publicidade enganosa?

2 - 
"A escalada dos ‘spreads' não tem fim à vista. Nas últimas duas semanas, seis bancos mexeram nos seus preçários, subindo novamente este indicador. Entre os bancos que realizaram novas subidas estão BCP, BES, Santander Totta, Montepio, Crédito Agrícola e Deutsche Bank. As mexidas afectaram tanto os ‘spreads' mínimos como os ‘spreads' máximos - aplicados aos clientes com maior perfil de risco." (Diário Económico)
Alguém algum dia me há-de explicar a lógica disto: então para quem já tem a corda ao pescoço, em vez de arranjar forma de facilitar o pagamento, aumenta-se ainda mais o valor? Não é isso que vai aumentar o "perfil de risco" e gerar incumprimentos?


3 - 
Os vulcões só o ano passado começaram a implicar com os aviões?
Antes, quando um vulcão qualquer entrava em erupção, não ficava meio mundo parado à espera que a nuvem se dissipasse. Ou pelo menos não era notícia.
O ano passado foi o vulcão na Islândia; esta semana é um no Chile (acho...) e outro na Eritreia...

sábado, 17 de abril de 2010

Viajar: um modo de vida

Um simples olhar sobre os constrangimentos na mobilidade de pessoas, bens e serviços, provocados pela nuvem de cinza do vulcão islandês, dá-nos um retrato muito vivo sobre a nossa sociedade e modo de vida.

Isto remete para um livrinho que tenho há cerca de um ano à espera de leitura: Teoria da Viagem - uma poética da geografia, de Michel Onfray:
"Viajar tornou-se, não apenas uma espécie de apelo da humanidade civilizada e com um mínimo de meios económicos, mas também uma vitória sobre a eternidade; porque a viagem nos salva do que perdura e que não é tão eterno como julgávamos. Pertencendo a um mundo em que cada minuto tem um preço e uma medida exacta, o viajante recupera a poesia, a inutilidade, os monumentos em ruínas, os papéis que hão-de ser arquivados fora da memória, as varandas dos hotéis, os instantes fugidios de prazer e de clandestinidade."

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Um vulcão pára a Europa

(foto via El País)

"O vulcão escondido debaixo do quinto maior glaciar da Islândia, inactivo desde 20 de Dezembro de 1821, continua hoje a expelir cinzas para a atmosfera." (Público)

Devido à erupção do vulcão glaciar Eyjafjallajokull, no Sul da Islândia, a Europa do Norte e Central está paralisada a nível da aviação.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Vulcão dos Capelinhos

Passam hoje 50 anos sobre o surgimento do Vulcão dos Capelinhos, no Faial, Açores.

Um fenómeno raro e maravilhoso de nascimento de um território. A demostração de como nasceram as ilhas açoreanas. Muito interessante.
A RTP dedicou grande parte do Telejornal de hoje a este facto. Contando histórias de testemunhas, mostrando imagens, as consequências sociais e económicas. Gostei de ver as fabulosas imagens.

A edição de hoje do PÚBLICO (no caderno P2) também trouxe um extenso documento sobre o Vulcão dos Capelinhos.