domingo, 11 de outubro de 2009

Noite eleitoral - 3

1 -
Parece que o Bloco de Esquerda não verá Luís Fazenda eleito por Lisboa. Bravo!
O seu antigo Zé foi eleito nas listas de António Costa. Foi ele que me deu mais engulhos ao pôr a cruz em Costa.
Lá terá de se contentar com Salvaterra de Magos e a sua presidente que é a favor de toiros de morte.

2 -
As candidatas socialistas a Sintra (Ana Gomes) e ao Porto (Elisa Ferreira) já podem arrumar as malas para Bruxelas.
Depois da falta de respeito - e de vergonha - em candidataram-se às autarquias respectivas sendo também candidatas ao Parlamento Europeu, os eleitores confirmaram os bilhetes para Bruxelas.

3 -
Os passeios de Santana Lopes pela rua entre os locais em que tem a sua sede de campanha é vergonhosa. Vai de um lado para outro, diz umas coisas para a televisão... O homem não sabe ficar quieto?
São estes carnavais que me irritam.

Noite eleitoral - 2

Há um facto curioso - e negativo - nos resultados autárquicos: muitos autarcas são reconduzidos apesar de terem problemas com a justiça, ou de já terem sido condenados: Isaltino Morais, em Oeiras; Fátima Felgueiras, em Felgueiras, Mesquita Machado, em Braga; Valentim Loureiro, em Gondomar; e vários outros.
Que país - e que cidadãos-eleitores - é este que escolhe autarcas de perfil não recomendável?

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De acordo com a TVI, o CDS conquistou a sua segunda câmara: Mondim de Basto.Muito bem!

Escolhi assim

Com Lisboa sem nenhum candidato que me convencesse minimamente, a escolha foi difícil.
Olhei mais para o passado (para o que foi o historial de António Costa e de Santana Lopes enquanto presidentes da CML) do que para as propostas. Ambos têm coisas boas para Lisboa nos próximos quatro anos, e ambos propõem também absolutos disparates.
Na passada sexta-feira uma colega que é amiga pessoal de Santana Lopes tentou levar-me votar nele, uma vez que eu estava mais inclinado a votar em António Costa.
Fiquei a pensar, fui dando voltas à cabeça, li algumas propostas, ponderei a "obra" de cada um na CML, tentei ver as equipas de cada um...

E acabei a votar assim para a Câmara de Lisboa:

Satisfeito com a Junta de Freguesia, escolhi a continuidade da equipa:

Votei logo de manhã.
Se tivesse votado ao fim do dia, talvez fosse diferente.

Noite eleitoral - 1

Esta noite eleitoral autárquica tem uma originalidade em Lisboa: Santana Lopes irá acompanhar os resultados, com o seu staff, numa mesa à vista de todos (de acordo com a SIC).
Sinal inequívoco de confiança.

Em entrevista volante, ele só falava numa palavra: vitória.
Há 8 anos ganhou a João Soares por pouco mais de 500 votos. Não me espantaria se a história se repetisse este ano.

Paladar Zen

Site aqui.
Na Av. Barbosa du Bocage, em Lisboa

Imagem sem palavras - 118

Esta tarde no anfiteatro da Calouste Gulbenkian

Viver a democracia

Há coisas que me ultrapassam na forma como se vive a política em democracia: os confrontos físicos e os assassinatos (como aconteceu esta manhã em Ermelo, Mondim de Basto). Pura e simplesmente não fazem sentido!
Por demonstrarem intolerância face a quem pensa diferentemente de nós.
Em democracia a luta é apenas verbal. Só pode existir debate, confronto de argumentos. A violência não pode ter lugar. Porque a liberdade implica o direito à diferença, o direito à manifestação, o direito a pensar de outra forma. E o dever de respeitar o outro que não pensa como nós.

Isto vale para o que aconteceu esta manhã em Mondim de Basto, como vale para alguns episódios ocorridos nas últimas semanas na Madeira, como vale para alguns comportamentos anti-democráticos ocorridos nos últimos quatro anos em Portugal.

Eu não gosto do BE, acho que é um partido extremamente perigoso, mas não vou andar por aí a eliminar os seus dirigentes, militantes e simpatizantes.
As ideias combatem-se com ideias e com o voto.
É isso a democracia.

Aviso em nome da paz

Poucos dias depois da atribuição do Nobel da Paz a Barack Obama, a chefe da diplomacia americana deixa o aviso: "A comunidade internacional não vai esperar infinitamente que o Irão demonstre estar disposto a honrar as suas obrigações internacionais".

Sem qualquer ponta de ironia, é assim que se faz a paz: anulando aqueles que provocam instabilidade.

sábado, 10 de outubro de 2009

Eu sei, mas não devia

"Eu sei, mas não devia.

Eu sei que a gente se acostuma.

Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma."

Marina Colasanti


(texto via Meu Porto Seguro)

Só cifrões

Há minutos, no Jornal da Noite da SIC, alguém se lembrou que as farmácias podem cobrar os conselhos que os farmacêuticos dão aos clientes. Tudo com cobertura legal. E com a expectativa das farmácias aumentarem as suas receitas em não sei quantos milhões de euros anuais.
Sem comentários!

Só se pensa em facturar. Ninguém faz um favor a ninguém.

Também vou começar a cobrar informações vulgares como as horas, onde fica determinado local, onde é a estação de metro...
Ou até a simples pergunta "como estás?". Também vou pedir uma moedinha em troca.

Bah!

Imagem sem palavras - 117

Sete passos para a paz

Em dia de reflexão para as eleições autárquicas de amanhã, um texto para reflectir. Sem nada de político.


"Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender os conceitos enraizados do orgulho. Foi escrito com o intuito de preveni-lo contra a falsa identificação com o ego orgulhoso.

1. Pare de se sentir ofendido.

O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece. Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina. É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é. Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal. Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido. Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz. Assim como nos lembra o Curso em Milagres: a paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.

2. Abandone o querer vencer.

O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas.

Você não se resume as suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador, perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.

3. Abandone o querer estar certo.

O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego; “Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão”. Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade”.

Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; “Quero estar certo ou ser feliz?” Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.

4. Abandone o querer ser superior.

A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção. O Curso em Milagres aborda essa necessidade de se sentir especial e superior. A distinção sempre leva a comparações. Baseia-se na falta vista no outro, e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas.

5. Deixe de querer ter mais.

O mantra do ego é “mais”. Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.

A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: “É dando que se recebe”. Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.

6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.

É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.

7. Deixe sua reputação de lado.

Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa. Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito!"

© 2008 Direitos Autorais Dr. Wayne W Dyer

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Acabou a campanha!

Hoje chega ao fim o ciclo de campanhas eleitorais em que o país esteve mergulhado durante todo o ano de 2009.
Já não era sem tempo!
Até porque tudo podia ter ficado resolvido há duas semanas, caso o Presidente da República não tivesse tido medo de marcar as legislativas e as autárquicas no mesmo dia.

Se não houver nada de estranho, daqui a um ano começará a desenhar-se a campanha eleitoral para a Presidência da República, em Janeiro de 2011.

Para já, acabou-se.

Vamos lá limpar os cartazes das ruas das nossas cidades.
E começar a pensar na iluminação de Natal :)

Nobel da Paz 2009: Barack Obama

Quando li a notícia esta manhã fiquei em choque.
Barack Obama?
Mas o que fez ele para a paz para além de discursos?
De espalhar esperança?
De inspirar as multidões pelo mundo fora?

No Irão, tudo na mesma. Ou pior.
Na Coreia do Norte, idem.
No Médio Oriente, tudo na mesma.

Em anos anteriores, este galardão foi atribuído como uma espécie de prémio por uma carreira ao longo do tempo.
Desta vez foi atribuído olhando o futuro. Foi atribuído a uma esperança, a uma mensagem.

Ele ficou surpreendido com a nomeação. Acredito. Só está no cargo desde Janeiro/09, e a sua presidência está ainda a dar os primeiros passos. Ainda tem muito a provar e a mudar na ordem política internacional. Não por estar mal, mas porque é assim pela ordem natural das coisas.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Parafraseando - 53


"O Perdão não muda o passado mas engrandece o Futuro!"


Que futuro para Lisboa?

No próximo domingo, em Lisboa, a escolha será entre António Costa e Santana Lopes.

Ando há séculos a dar a volta a cabeça sobre o que fazer no próximo domingo - sim, porque eu vou sempre votar.
Entre mau e muito mau...
E Lisboa não aguenta mais 4 anos de experiências e carnavais.

Anúncio mau!

O anúncio do Pingo Doce que apareceu ontem por aí é... blrghhhh!

Na rádio, parece aqueles direitos de antena muito maus de partidos políticos absolutamente marginais.

Ah... tenho uma reclamação a fazer à marca devido a um produto que já foi bom.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O Palhaço Escultor


Um espectáculo esta noite, no Parque Mayer.
Ao ar livre. Com chuva, muita chuva.
Alguns amigos, uma história criada em palco. Pelo génio de Pedro Tochas.
Fantástico!!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

That's life!

Sentenças - 7

"Os nossos políticos deviam escrever guiões para Hollywood, em vez de transformarem o país num manicómio".

João Miguel Tavares, "Diário de Notícias", 06-10-2009

O disparate é livre

“Não precisa de submarinos para nada”

Palavras de Almeida Santos, presidente do PS.

E continua: "precisamos urgentemente de vender os submarinos para comprar armas que sejam úteis e necessárias para a defesa das nossas águas marítimas"

Hummm.... e que armas são melhores "para a defesa das nossas águas marítimas", hein?
Tanques?
Fisgas?
Clips?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pós-socrático

Longe da Terra Queimada

Embora seja um filme com um quê de estranho, não deixa de ser um bom filme. Com uma boa história.

Uma pergunta: para onde fugimos quando fugimos de nós mesmos?

Um filme de Guillermo Arriaga, que conta com os desempenhos de Charlize Theron (linda!), Kim Basinger, Joaquim de Almeida, Jennifer Lawrence.

Nãaaaaooo!

Porque raio no Facebook toda a gente manda convites para "Farmville", para "Causes", e outras tretas do género?!

domingo, 4 de outubro de 2009

Um dia... 10

E está aí mais uma série destes simpáticos pacotes de açúcar. Minha excelência agradece quem os juntar para mim... :)

Os timings de Cavaco

Amanhã é o 5 de Outubro, dia em que se celebra a implantação da República em 1910.
É costume nas cerimónias comemorativas o Presidente da República e o presidente da Câmara de Lisboa usarem da palavra.
Este ano, como estamos em véspera de eleições autárquicas, nenhum deles irá discursar.

Que António Costa não o faça até se poderá entender, uma vez que é candidato.
Que Cavaco Silva não o faça devido à proximidade das eleições é uma idiotice pegada. É achar que os cidadãos-eleitores são diminuídos mentais.

Estas atitudes paternalistas irritam-me!

É o mesmo motivo que levou Cavaco Silva a ficar calado sobre o caso "escutas" durante a campanha para as legislativas.

Apetece citar Ferreira Fernandes (DN, 29 Setembro): "Perdedores (das eleições) há alguns, mas há um que ofusca todos: Cavaco. Conseguiu perder duas eleições, a de ontem e a daqui a dois anos, num dia".

Acho que Cavaco falhou no timing sobre as escutas.
E sempre achei que ele não faria mais do que um mandato. E com isto deu um tirinho no pé.

sábado, 3 de outubro de 2009

Irlanda: agora em versão democrática...

Neste segundo referendo na Irlanda para aprovar o Tratado de Lisboa, foi obtida a resposta pretendida: sim.

É tão bonito este momento democrático a nível europeu...

Se a resposta dos cidadãos só pode ser uma, para quê fazer referendos?!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Posso escolher...?

Nas próximas eleições autárquicas, como cidadão de Lisboa, a minha escolha para a CML terá de ser entre António Costa e Santana Lopes.

Posso ir ao Porto votar em Rui Rio?
(Ou noutro concelho qualquer em que haja algum candidato no qual me reconheça?)

Dia mundial da música

A vida é música. A música é vida.

Amigos como dantes

Cavaco recebeu hoje José Sócrates em Belém.
A audiência terá durado 45 minutos e "foi uma boa conversa".

Tudo está bem quando acaba bem. ou não.
Citando o editorial do Público de ontem: "esta história não acaba aqui - muito longe disso. Não são boas notícias para o país, sobretudo no momento que vive."

Ah... afinal parece que a audiência de hoje com Sócrates insere-se nas normais consultas do PR para a indigitação do primeiro-ministro, na sequência das eleições legislativas de domingo.