Adolfo Mesquita Nunes, deputado do CDS: "O Estado só deve estar onde a sociedade não consegue"
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Bom português
"Uma equipa de cientistas encontraram o mais antigo quasar, um monstro de matéria que expulsa luz e ilumina tudo à volta com 12,9 mil milhões de anos. A descoberta foi publicada na Nature." (Público)
Leram?
O que é que está ali errado?
Isso mesmo: o verbo não corresponde ao sujeito da frase.
Experimentem assim: "uma equipa de cientistas encontrou o mais antigo quasar..."
Agradeçamos a Sócrates
Com a confirmação pelo INE de que o défice (em Março) ia afinal nos 7,7%, o governo teve de deitar mão a medidas extraordinárias, a mais significativa das quais é o imposto extraordinário sobre o subsidio de Natal (já erradamente chamada de 50% sobre o respectivo subsídio).
Exemplificando: Um português com um subsídio de Natal de 1000 euros, por exemplo, pagará o imposto em valor “equivalente” a 50% da diferença entre 1000 euros e 485 euros. Ou seja: 50% x (1000 – 485 ) = 50% x 515 euros = 257,5 euros. Ou seja, o imposto extraordinário para este exemplo de subsídio de Natal de 1000 euros seria de 257,5 euros.
Resta-nos agradecer a Sócrates… que passará o Natal em Paris a olhar para a Torre Eiffel…
Como dizia um deputado do CDS esta tarde, é melhor uma má notícia do que uma boa mentira.
E o governo anterior só nos afundou. E ainda temos de ouvir gente do PS como João Galamba ou António José Seguro dizerem disparates e continuar no circo em que viveram nos últimos seis anos.
Resta-nos agradecer a Sócrates… que passará o Natal em Paris a olhar para a Torre Eiffel…
Como dizia um deputado do CDS esta tarde, é melhor uma má notícia do que uma boa mentira.
E o governo anterior só nos afundou. E ainda temos de ouvir gente do PS como João Galamba ou António José Seguro dizerem disparates e continuar no circo em que viveram nos últimos seis anos.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Verde esperança
Já repararam como as gravatas que Passos Coelho usa destoam do que é politicamente correcto de há uns anos para cá?
É bem o vermelho, o azul e a mistura destas duas (cor imposta por Obama).
Passos Coelho usa é o verde como cor preferencial nas gravatas.
Modernices verbais
De há uns tempos para cá muitos usam a palavra.
Agora as pessoas não combinam coisas, não se entendem, não chegam a acordo.
O que é bem é articular.
Exemplos há por todo o lado. Basta estar atento.
No mundo do trabalho: "o melhor é articular isso com X"
No jornalismo (no Negócios de hoje): "Passos articula Álvaro e Portas na frente externa". (ainda hei-de perceber o tratamento diferenciado: uns são Passos e Portas, outro é o Álvaro).
Não consigo articular esta forma de expressão na minha cabeça.
Ou deverei dizer que não realizo?
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Mensageiro assasino
Marcelo Rebelo de Sousa, ontem, na TVI, anunciou que Bernardo Bairrão seria o novo Secretário de Estado da Administração Interna.
A lista dos secretários de Estado está aqui.
O mundo maravilhoso da rosa
Sem alarme mas com muita determinação. É desta forma que o novo Governo está a encarar a gestão das metas de redução do défice impostas pela ‘troika' tendo em conta que a execução orçamental do primeiro trimestre aponta para um défice acima dos 7%, o que complica as metas definidas pela Comissão Europeia, BCE e FMI para o ano de 2011"
A coisa estava a correr tão bem com o governo anterior...
domingo, 26 de junho de 2011
Portugal by Seguro
Ainda não é secretário-geral do PS, e António José Seguro já tem uma realidade à parte para apresentar ao país.
"Perante um encontro com militantes e simpatizantes socialistas, o candidato a secretário-geral do PS disse que o primeiro-ministro "está a começar mal" e que "escolheu mal o caminho", numa referência às declarações de Pedro Passos Coelho, que revelou em Bruxelas na sexta-feira que na próxima semana o Governo anunciará um pacote de medidas essenciais no quadro do programa de reformas, admitindo que possam ser decididas medidas adicionais." (Ionline)
Basicamente:
- o governo ainda agora tomou posse e as medidas do memorandum ainda estão todas por implementar. Seguro queria que o governo seguisse o caminho do PS, ludibriando a realidade?
- tendo em conta o enquadramento europeu, é do interesse de Portugal fazer o trabalho rapidamente, mostrar empenho e apresentar resultados o mais brevemente possível, distinguindo-se claramente da Grécia. Só assim o país poderá sair da objectiva dos mercados e agências de rating. Alguém ouve falar da Irlanda, que também pediu ajuda?
- o PS devia estar caladinho por dois motivos: foi o seu governo que assinou o acordo em nome de Portugal; e foi o seu governo que nos meteu neste buraco.
sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Que portugueses, estes...
Num destes dias falava com uma colega sobre o novo governo.
Às tantas, ela disse eram um bando de idiotas sem experiência nenhuma.
Respondi...
Essa do “bando de idiotas sem experiência nenhuma” é um argumento bonito….
Quando são políticos profissionais, não servem porque nunca fizeram mais nada na vida e só querem tacho.
Quando são pessoas de fora da política, pessoas com carreira privada, não servem porque não têm experiência nenhuma.
Querem o quê? Marcianos?
Os políticos em Portugal são mal pagos. Sim, isso mesmo.
Têm a vida devassada nos jornais. São acusados de tudo e mais alguma coisa.
(Ainda estou para perceber o que fez muitos dos actuais ministros aceitarem os cargos, pois estavam bem fora da política, sem chatices, e bem pagos...).
Tal como em todas as outras profissões, há bons e maus, sérios e pouco sérios.
Por outro lado, não tem lógica acusarem os políticos de todo o mal que acontece no país, e depois irem bater-lhes à porta para pedir dinheiro por tudo (seja chuva, sol, vento, o vizinho do lado...).
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Medidas de pormenor
Foi só ontem que Passos Coelho tomou posse e já houve decisões quase de pormenor que marcam a diferença:
- para a viagem a Bruxelas, Passos Coelho ordenou a troca dos 5 lugares em classe executiva para económica.
Os sinais estão dados.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Parafraseando - 101
Nada é mais favorável à paz do espírito do que pura e simplesmente não ter opiniões.
Georg Christoph Lichtenberg
Temos governo
Por razões profissionais não segui nada das notícias de hoje, dia da tomada de posse do XIX governo constitucional.
Tenho de me informar.
De qualquer forma, aqui estão os discursos proferidos por Cavaco Silva e por Passos Coelho, e respectivas nuvens de palavras:
Cavaco Silva
- discurso
Pedro Passos Coelho
- discurso
Assim por alto, as palavras dizem bastante...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Passos Coelho à frente
Remetendo para o post anterior e para o Corta-fitas, é bom ter à frente dos destinos do país alguém que cumpre o que diz. Mesmo que isso não seja a forma mais fácil de ganhar, ou que possa pôr em causa a sua vitória.
Não disfarça o que pretende para ter mais uns votos ou agradar a mais alguns.
Facto é que mesmo assim foi eleito.
E inspira muita mais confiança do que o Chico-esperto que andou por lá nos últimos 6 anos.
Desde que se apresentou à liderança do PSD, sempre mostrou ao que ia. Era acusado de liberal (crime tremendo). De querer destruir o Estado Social. De pretender reescrever a Constituição. De ser sei lá o que.
Mesmo assim, foi eleito primeiro-ministro.
E tem um governo manifestamente liberal.
Tenham medo, tenham muito medo....
É disto que Portugal precisa.
Nobre adeus
Depois de não ter conseguido ser eleito, em duas voltas, pelos seus pares, Fernando Nobre desistiu de ser presidente da AR.
Algumas considerações:
- os políticos/deputados só elegem políticos (previsíveis?) para os liderar;
- o CDS mostrou a sua força. Ou seja, sem o seu acordo, o PSD não tem maioria absoluta;
- nem PSD nem CDS perderam a face neste episódio sobre Fernando Nobre: um insiste em apresentá-lo; outro mantém que não vota nele.
- vestindo uma capa de fino cinismo, Passos Coelho, não podendo/querendo voltar atrás com a sua palavra, disse aos deputados "rejeitem-no vocês".
Para Nobre, esta rejeição pode ser o seu melhor trunfo.
Como deputado, pode falar e abanar alguns cortinados; como presidente da AR, seria uma jarra frente aos deputados.
Nuno Crato fala de Educação
O futuro Ministro da Educação de viva voz.
Se conseguir fazer metade do que aqui diz, terá sido dos melhores ministros da Educação que o país teve.
domingo, 19 de junho de 2011
Artes
1ª arte: música.
2ª arte: pintura.
3ª arte: escultura.
4ª arte: arquitectura.
5ª arte: literatura.
6ª arte: dança/movimento.
7ª arte: cinema.
As pessoas só conhecem a sétima. Seja pelo relevo, seja pelo número cabalístico, seja por ignorância das outras.
De Massamá para o mundo
Desde que os jornais descobriram que Pedro Passos Coelho vive em Massamá, o sítio ganhou um inusitado relevo e interesse.
É destaque no caderno Cidades do Público, hoje; merece uma reportagem no Ionline.
Imagino que, devido à futura deslocação diária de S.Exa. o Primeiro-ministro de Portugal através do IC19, vão fazer uma auto-estrada paralela, e uma via aérea ultra rápida.... E Massamá vai transformar-se na Quinta do Lago de Sintra.
Blogosferando - 52
No Blasfémias, uma fabulosa tradução de algumas críticas ao novo governo:
- O Ministro das Finanças é um desconhecido – O Ministro das Finanças não faz parte do grupo de keyneasianos que vai à televisão
- O Ministro X é uma 2ª ou 3ª escolha – Os jornais não conseguiram acertar na composição do governo
- É um ministro sem peso político – O cavaquismo morreu
- É um governo inexperiente – É um governo que nunca faliu um país
- O ministro da economia nunca pagou um salário – O país precisa de empresários como Vieira da Silva no governo
- A Ministra da Agricultura é formada em direito – Se não percebe de agronomia, como é que vai perceber os procedimentos para a distribuição de subsídios europeus?
- O ministro da Saúde não é médico – Quem é que agora vai receitar os antibióticos?
- É um governo de tecnocratas – Temo que saibam fazer contas.
- O ministro é um teórico – Acho que não se formou na Independente, e consta que percebe a lei da oferta e da procura.
sábado, 18 de junho de 2011
XIX Governo Constitucional
… E ao fim de vários meses temos novo governo.
O governo liderado por Pedro Passos Coelho e ontem divulgado é manifestamente de direita, como já acusaram algumas personalidades de esquerda. Não deixa de surpreender, sobretudo porque a esquerda perdeu as eleições rotundamente… e faz sentido que o partido vencedor constitua o governo.
Ainda hoje li num jornal que Vítor Gaspar, novo Ministro das Finanças, era um “falcão liberal”… qual é o problema?
A equipa governativa é forte técnica e politicamente.
Tecnicamente, tem Vítor Gaspar, Álvaro Santos Pereira, Paulo Macedo…
Politicamente, inclui membros dos núcleos duros dos dois partidos: Miguel Relvas, Miguel Macedo e Aguiar Branco pelo PSD; Pedro Mota Soares e Assunção Cristas pelo CDS.
Grande parte do elenco não tem experiência política e governativa. Se por um lado pode ser um óbice, por outro é uma vantagem, sendo livres de lóbis e grupos de interesses.
Depois há dois casos interessantes de ministros com ideias vincadas sobre matérias das pastas que vão titular: Nuno Crato (Educação) e Álvaro Santos Pereira (Economia). Vai ser interessante vê-los a mudar o estado da arte nas respectivas pastas. Ambos têm livros publicados sobre as matérias, e o da Economia mantém também um blogue, o Desmitos.
Os ministros do CDS, ambos jovens, são também uma surpresa.
Assunção Cristas, com uma subida meteórica, chega a uma pasta decisiva no futuro do país: Agricultura, Ambiente, Mar e Ordenamento do Território. E fica com um orçamento gigantesco a seu cargo. Ponderada e com ideias pensadas, há-de surpreender.
Pedro Mota Soares, novo ministro da Solidariedade e Segurança Social, é um parlamentar experimentado e domina os assuntos que agora vai tutelar. Há-de trazer ar novo á segurança social.
Paulo Portas chega aos Negócios Estrangeiros, pasta eminentemente política em que irá brilhar. Já quando ocupou a Defesa surpreendeu e foi considerado pelos militares o melhor ministro da pasta.
(Curiosidade: quando saiu da Defesa, Portas passou o ministério a Luís Amado; agora é a vez deste passar-lhe os Negócios Estrangeiros).
Na orgânica deste novo governo houve integração de vários ministérios que fazem sentido e o desaparecimento de outros. Destaque para as Obras Públicas e a Cultura.
Quanto à primeira, o país está equipado e precisa de apostar noutros domínios, designadamente a competitividade da economia (daí fazer sentido a integração neste ministério); quanto à Cultura, deve ser transversal e não faz sentido haver um ministério a tutelar uma área que deve ser livre e independente do Estado. Se houver educação, há cultura. A iniciativa da procura de cultura tem de partir de uma sociedade mais formada, informada e culta.
Em termo gerais, parece um governo à altura das circunstâncias e que espero seja capaz de promover as mudanças necessárias para colocar o país no rumo do desenvolvimento.
Só um país capaz de criar riqueza consegue ter uma sociedade desenvolvida e livre e suprir as necessidades dos mais carenciados. E um país só consegue distribuir riqueza se a tiver.
(Neste país temos de acabar com a ideai de eliminar os ricos. Temos de acabar é com os pobres e a pobreza).
Ministro de Estado e das Finanças – Vítor Gaspar
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros – Paulo Portas
Ministro da Defesa Nacional – José Pedro Aguiar Branco
Ministro da Administração Interna – Miguel Macedo
Ministra da Justiça – Paula Teixeira da Cruz
Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares – Miguel Relvas
Ministro da Economia e do Emprego – Álvaro Santos Pereira
Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território – Assunção Cristas
Ministro da Saúde – Paulo Macedo
Ministro da Educação, do Ensino Superior e da Ciência – Nuno Crato
Ministro da Solidariedade e da Segurança Social – Pedro Mota Soares
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros – Luís Marques Guedes
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro Ministro – Carlos Moedas
Secretário de Estado da Cultura - Francisco José Viegas
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Espíritos democráticos
"É uma mudança perigosa que exige uma acção vigorosa."
Carvalho da Silva, líder da CGTP, sobre o resultado das eleições (citado no Jornal de Negócios).
O espírito democrático desta malta é um must.
E com este tipo de discurso - este, o PCP e o BE - estão a tentar criar uma situação explosiva. É de uma irresponsabilidade atroz.
Não são capazes de aceitar uma escolha livre e maioritária do povo português.
E a forma como a esquerda é tratada pela comunicação social é completamente díspar do tratamento dado à direita.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Coisas que me intrigam
1 -
A moda do momento nas lojas é anunciar na montra um desconto de 20%, 30%, 50%... mas, quando nos aproximamos da montra, em letras minúsculas, diz que é na compra do 2º artigo. Esta limitação está sempre inscrita de forma minúscula; o fabuloso desconto aparece em letras garrafais.
Isto não pode ser considerada publicidade enganosa?
2 -
"A escalada dos ‘spreads' não tem fim à vista. Nas últimas duas semanas, seis bancos mexeram nos seus preçários, subindo novamente este indicador. Entre os bancos que realizaram novas subidas estão BCP, BES, Santander Totta, Montepio, Crédito Agrícola e Deutsche Bank. As mexidas afectaram tanto os ‘spreads' mínimos como os ‘spreads' máximos - aplicados aos clientes com maior perfil de risco." (Diário Económico)
Alguém algum dia me há-de explicar a lógica disto: então para quem já tem a corda ao pescoço, em vez de arranjar forma de facilitar o pagamento, aumenta-se ainda mais o valor? Não é isso que vai aumentar o "perfil de risco" e gerar incumprimentos?
3 -
Os vulcões só o ano passado começaram a implicar com os aviões?
Antes, quando um vulcão qualquer entrava em erupção, não ficava meio mundo parado à espera que a nuvem se dissipasse. Ou pelo menos não era notícia.
O ano passado foi o vulcão na Islândia; esta semana é um no Chile (acho...) e outro na Eritreia...
3 -
Os vulcões só o ano passado começaram a implicar com os aviões?
Antes, quando um vulcão qualquer entrava em erupção, não ficava meio mundo parado à espera que a nuvem se dissipasse. Ou pelo menos não era notícia.
O ano passado foi o vulcão na Islândia; esta semana é um no Chile (acho...) e outro na Eritreia...
Divagações aveirenses
1 - à chegada, muito vento e 18º. Há muita gente de manga curta, meninas de alças. Agradável, sem dúvida, mas frio. Ou eu é que tenho o termómetro avariado.
2 - após um pequeno passeio pela cidade, um facto: Aveiro é um das minhas cidades de eleição.
As outras são Lisboa, Funchal e Machico.
E faltam conhecer algumas pela Europa.
3 - aquela esplanada frente ao Hotel Meliá Ria...
Algumas notas
1 - Sócrates cumpriu uma promessa: disse que não seria primeiro-ministro com o FMI, e isso concretizou-se.
2 - No passado dia 5 de Junho, os eleitores castigaram o PS e legitimaram o caminho defendido pelo PSD e pelo CDS. Juntos, estes dois partidos têm mais de 50% dos votos e mais de metade do parlamento.
No entanto, agora há uns iluminados a dizer que esta maioria política não tem a "maioria social". Ou seja, os vencedores das eleições afinal perderam.
A tese é anti-democrática. Ganharam mas não podem implementar o seu programa porque há uma massa vaga que não concorda.
A esquerda implementa coisas que não foram ratificadas (exemplo, o aborto, em que o resultado do referendo não era vinculativo); a direita não pode avançar com um programa que teve mais de 50%.
Bonito país, este. Como dizia Pedro Lomba no Público (9 de Junho), é a cultura do impasse.
Tipos de governo
Acracia - governo por ninguém.
Angelocracia - governo por anjos.
Argentocracia - governo pelo dinheiro.
Aristocracia - governo pela nobreza.
Autocracia - governo por uma pessoa com poder absoluto.
Burocracia - governo pela hierarquia de funcionários públicos.
Canalhocracia - governo por canalhas.
Cienciocracia - governo pela classe intelectual.
Cleptocracia - governo por ladrões ou corruptos.
Clerocracia - governo pelo clero.
Cosmocracia - governo universal.
Democracia -governo pelo povo.
Demonocracia - governo por demónios.
Estratocracia - governo por militares.
Etnocracia - governo por uma etnia.
Etocracia - governo pela moral.
Falocracia - governo por homens (portadores de falo).
Gerontocracia - governo por velhos.
Ginecocracia - governo por mulheres.
Lucidocracia - governo por lúcidos.
Meritocracia - governo por quem tem mais mérito.
Mediocracia - governo pela classe média.
Papelocracia - governo por papéis ou documentos.
Pedantocracia - governo por pedantes.
Ponocracia - governo por trabalhadores.
Pornocracia - governo por prostitutas.
Tecnocracia - governo por técnicos.
Tribunocracia - governo por tribunais.
In Almanaque Sábado 2011 - 2
Angelocracia - governo por anjos.
Argentocracia - governo pelo dinheiro.
Aristocracia - governo pela nobreza.
Autocracia - governo por uma pessoa com poder absoluto.
Burocracia - governo pela hierarquia de funcionários públicos.
Canalhocracia - governo por canalhas.
Cienciocracia - governo pela classe intelectual.
Cleptocracia - governo por ladrões ou corruptos.
Clerocracia - governo pelo clero.
Cosmocracia - governo universal.
Democracia -governo pelo povo.
Demonocracia - governo por demónios.
Estratocracia - governo por militares.
Etnocracia - governo por uma etnia.
Etocracia - governo pela moral.
Falocracia - governo por homens (portadores de falo).
Gerontocracia - governo por velhos.
Ginecocracia - governo por mulheres.
Lucidocracia - governo por lúcidos.
Meritocracia - governo por quem tem mais mérito.
Mediocracia - governo pela classe média.
Papelocracia - governo por papéis ou documentos.
Pedantocracia - governo por pedantes.
Ponocracia - governo por trabalhadores.
Pornocracia - governo por prostitutas.
Tecnocracia - governo por técnicos.
Tribunocracia - governo por tribunais.
In Almanaque Sábado 2011 - 2
domingo, 12 de junho de 2011
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