Esta semana, no gratuito Metro, vinha uma mini-notícia da China: é proibido haver mais de duas moscas em cada casa de banho. Assim, vão existir fiscais para assegurarem que aquele número não é ultrapassado.
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sábado, 26 de maio de 2012
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Negócios da China
A passagem do presidente chinês, Hu Jintao, por Lisboa trouxe muitas oportunidades de negócio (vamos lá ver para quem...).
É um facto que o dinheiro não tem fronteiras - nem ideologia - mas não sou particular apreciador dos parceiros privilegiados que Sócrates escolhe para seus amigos.
Ainda bem que já tirei o meu vínculo capitalista do Millennium BCP. Não me agradam os rumores sobre a possibilidade do Banco da China entrar no capital do BPI.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Isto promete...
A China comprometeu-se a reduzir entre os 40 e os 45 por cento a intensidade das emissões de carbono até 2020, definindo este propósito mesmo como um “objectivo vinculatório” (Público)
"Barack Obama cumpriu a promessa de romper com o seu antecessor em questões de clima, ao oferecer um calendário de redução de emissões de gases com efeito de estufa que levará os Estados Unidos a diminuírem as emissões em 17%, face aos níveis de 2005, e até 2020.
(...)
Obama prefere mencionar o mais distante objectivo de 2050. Os objectivos de corte iriam concentrar-se sobretudo nas décadas de 20 e 30 deste século, para se atingir 30% em 2025, 42% em 2030 e 83% em 2050. O ano de referência seria sempre 2005." (DN)
Com os dois principais poluidores a traçarem objectivos desta grandeza, o que sairá de Copenhaga?
Em politiquês, a China fala em "intensidade das emissões de carbono", seja isso lá o que for... Obama manda tudo para as décadas de 2020 e 2030... portanto, nada para fazer agora. Basicamente, conversa fiada.
(Basta ver o "encerramento" da prisão de Guantánamo prometido por Obama: transferência dos presos para outros sítios....)
"Barack Obama cumpriu a promessa de romper com o seu antecessor em questões de clima, ao oferecer um calendário de redução de emissões de gases com efeito de estufa que levará os Estados Unidos a diminuírem as emissões em 17%, face aos níveis de 2005, e até 2020.
(...)
Obama prefere mencionar o mais distante objectivo de 2050. Os objectivos de corte iriam concentrar-se sobretudo nas décadas de 20 e 30 deste século, para se atingir 30% em 2025, 42% em 2030 e 83% em 2050. O ano de referência seria sempre 2005." (DN)
Com os dois principais poluidores a traçarem objectivos desta grandeza, o que sairá de Copenhaga?
Em politiquês, a China fala em "intensidade das emissões de carbono", seja isso lá o que for... Obama manda tudo para as décadas de 2020 e 2030... portanto, nada para fazer agora. Basicamente, conversa fiada.
(Basta ver o "encerramento" da prisão de Guantánamo prometido por Obama: transferência dos presos para outros sítios....)
quarta-feira, 3 de junho de 2009
China: 20 anos de Tiananmen
"Seis semanas de intensos protestos terminaram da pior maneira em Pequim, com o massacre de milhares, na praça de Tiananmen, nos dias 3 e 4 de Junho de 1989.Na Primavera desse ano, mais de um milhão de estudantes e trabalhadores ocuparam a famosa praça e iniciaram o maior protesto na história da República Popular da China.
Os acontecimentos que precederam a tentativa de abertura na dura política comunista, por reformadores e jovens activistas, esbarraram no final com a opressão de um governo autocrático, que qualificou esta tentativa de mudança como um golpe de estado.
Tudo começou a 15 de Abril de 1989, quando o reformista e antigo chefe do partido comunista Hu Yaobang faleceu, aos 73 anos, devido a um ataque cardíaco.
Em luto, centenas de pessoas reuniram-se na praça Tiananmen para chorar o seu líder e protestar contra a lentidão nas reformas do governo." (Fonte: Meia Hora)
Entretanto... "o Governo chinês bloqueou o acesso ao Twitter e outros serviços online como o MSN e o Facebook, dois dias antes do 20º aniversário dos protestos na praça de Tiananmen." (I)
Uma data com esta relevância. E só a vejo destacada no Meia Hora.
Dossier sobre Tiananmen no Público
Os acontecimentos que precederam a tentativa de abertura na dura política comunista, por reformadores e jovens activistas, esbarraram no final com a opressão de um governo autocrático, que qualificou esta tentativa de mudança como um golpe de estado.
Tudo começou a 15 de Abril de 1989, quando o reformista e antigo chefe do partido comunista Hu Yaobang faleceu, aos 73 anos, devido a um ataque cardíaco.
Em luto, centenas de pessoas reuniram-se na praça Tiananmen para chorar o seu líder e protestar contra a lentidão nas reformas do governo." (Fonte: Meia Hora)
Entretanto... "o Governo chinês bloqueou o acesso ao Twitter e outros serviços online como o MSN e o Facebook, dois dias antes do 20º aniversário dos protestos na praça de Tiananmen." (I)
Uma data com esta relevância. E só a vejo destacada no Meia Hora.
Dossier sobre Tiananmen no Público
sexta-feira, 13 de junho de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
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