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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Freeport: perguntas sem resposta

Mário Crespo, no JN, faz uma série de perguntas sobre o caso Freeport.
Por exemplo...
"Porque é que o cidadão José Sócrates ainda não foi constituído arguido no processo Freeport? Porque é que Charles Smith e Manuel Pedro foram constituídos arguidos e José Sócrates não foi? Como é que, estando o epicentro de todo o caso situado num despacho de aprovação exarado no Ministério de Sócrates, ainda ninguém desse Ministério foi constituído arguido? Como é que, havendo suspeitas de irregularidades num Ministério tutelado por José Sócrates, ele não está sequer a ser objecto de investigação? Com que fundamento é que o procurador-geral da República passa atestados públicos de inocência ao primeiro-ministro? Como é que pode garantir essa inocência se o primeiro-ministro não foi nem está a ser investigado? Como é possível não ser necessário investigar José Sócrates se as dúvidas se centram em áreas da sua responsabilidade directa?"

Vale a pena ler o artigo completo aqui.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O pretexto que falta?

Com o avolumar das dúvidas sobre o caso Freeport - e o alegado envolvimento de José Sócrates - começou a circular uma ideia (entre ontem e hoje, ouvi-a 3 ou 4 vezes): a de eleições antecipadas como forma de re-legitimar a acção do governo e do primeiro-ministro.
Se calhar, nem era mau...
Se as eleições ocorrerem normalmente no início do Outono, até lá o governo não vai fazer nada para além de acções de propaganda e, com este caso, arder em lume brando. O que não é positivo com a "crise de fora" que nos caiu encima. Ou seja, em bom português, será um ano sem governo. Se as eleições fossem antecipadas, este problema ficaria resolvido.
Confesso que hoje ao fim do dia, quando soube de mais uma intervenção de Sócrates sobre o caso Freeport, pensei que o senhor iria apresentar a demissão.