Na SIC-N vejo a intervenção de Barack Obama a justificar a intervenção militar na Líbia.
E se... aquela verborreia fosse pronunciada por George W. Bush?
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sábado, 19 de março de 2011
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Papoila inglesa
Trata-se de uma papoila vermelha para recordar os militares britânicos tombados em palcos de guerra. E sobreviventes feridos.
Hoje o PÚBLICO conta a história desse fenómeno de solidariedade da sociedade inglesa.
"Ela está nas lapelas de muitos britânicos por estes dias. A cor vermelha chama a atenção, em especial de quem desconhece o seu significado e parece ser esse o objectivo. A papoila de papel que invade as ruas nos primeiros dias de Novembro é uma homenagem aos soldados que perderam a vida em combate, símbolo de uma campanha de solidariedade que nasceu de um poema escrito no campo de batalha.
Todos os anos, milhões de pequenas papoilas de papel são vendidas por voluntários da Legião Real Britânica, a maior associação de apoio a ex-combatentes do país, numa campanha de angariação de fundos (a “Poppy Appeal”) para custear a assistência a milhares de antigos e actuais militares. Os voluntários saem para as ruas nas semanas que antecedem o Dia da Memória, a 11 de Novembro, quando são recordados os que combateram nas duas guerras mundiais e também os que perderam a vida nos recentes conflitos das Malvinas, Iraque e Afeganistão.
A primeira homenagem aos militares mortos no campo de batalha foi celebrada em 1919, um ano depois do armistício – celebrado à “11ª hora do 11ª dia do 11º mês” – que pôs fim a quatro anos da mais devastadora guerra que o Velho Continente assistira até então, com milhões de mortos e centenas de milhares de estropiados. Mas só dois anos mais tarde, a papoila vermelha se tornaria no símbolo das comemorações, numa associação que curiosamente nasceu do outro lado do Atlântico."
Ler texto completo aqui.
terça-feira, 20 de março de 2007
Para a guerra?
Esta manhã, no autocarro a caminho do trabalho, uma cena caricata.
Um homenzinho, pelos 50 anos, entrou no autocarro. Vestido de fato xadrez e gravata, próprio para a idade. Na mão, uma pasta com umas folhas.
Pormenor: na cabeça trazia um capacete. Sim!, daqueles que os soldados usam na guerra. Com a "coisa" para apertar no queixo.
Mais um pormenor delicioso: por cima do capacete, um gorro preto dqueles que os dreads usam, de uma marca qualquer.
Nada melhor para começar o dia com um sorriso...
segunda-feira, 19 de março de 2007
Uma vergonha!
Foi o que se passou ontem em Óbidos, no Conselho Nacional do CDS. Aquelas discussões ao pior nível, fazendo ofensas pessoais entre os participantes.
Paulo Portas, quando anunciou a sua candidatura, disse, com todas as letras, querer uma solução “legalista”. Não percebi esta peixerada!
Pelo que percebi, as regras foram cumpridas: quando há mais de 1000 militantes a pedir um congresso, o Conselho Nacional só o pode aceitar e anunciar.
Truques procedimentais não se coadunam com um partido decente.
Acredito que Portas possa vir a ser um líder mais eficaz para o partido, mas não desta forma.
Existem regras. A liderança do partido – de um qualquer partido – não se faz de assalto, em versão golpe de Estado. É certo que a direcção de Ribeiro e Castro tinha prometido alterar os estatutos para que o líder fosse eleito directamente pelos militantes, mas não o fez ainda. Portanto, a eleição do líder em congresso é que vigora.
Nestes dias, Ribeiro e Castro tem mostrado uma garra e combatividade que não se lhe conhecia. Ainda esta noite, fez – “a frio” – uma dura intervenção sobre o que se passou ontem em Óbidos. E, frontalmente, atacou Portas.
Paulo Portas, quando anunciou a sua candidatura, disse, com todas as letras, querer uma solução “legalista”. Não percebi esta peixerada!
Pelo que percebi, as regras foram cumpridas: quando há mais de 1000 militantes a pedir um congresso, o Conselho Nacional só o pode aceitar e anunciar.
Truques procedimentais não se coadunam com um partido decente.
Acredito que Portas possa vir a ser um líder mais eficaz para o partido, mas não desta forma.
Existem regras. A liderança do partido – de um qualquer partido – não se faz de assalto, em versão golpe de Estado. É certo que a direcção de Ribeiro e Castro tinha prometido alterar os estatutos para que o líder fosse eleito directamente pelos militantes, mas não o fez ainda. Portanto, a eleição do líder em congresso é que vigora.
Nestes dias, Ribeiro e Castro tem mostrado uma garra e combatividade que não se lhe conhecia. Ainda esta noite, fez – “a frio” – uma dura intervenção sobre o que se passou ontem em Óbidos. E, frontalmente, atacou Portas.
Uma guerra fratricida é que não vinha a calhar. Enfraqueceria ainda mais o partido.
Se as duas linhas de liderança forem inconciliáveis, porque não uma liderança de Maria José Nogueira Pinto?
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