"A riqueza é sua autenticidade, sua sinceridade, sua verdade, seu amor, sua criatividade, sua sensibilidade, sua meditatividade. Essa é sua verdadeira prosperidade."
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quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Pobres ricos
A SIC, neste momento pré-eleitoral, deu hoje uma grande reportagem intitulada “Portugal 2009 – ricos e pobres”. Não vi tudo, mas foi muito interessante. Amanhã o tema é a insegurança.
A propósito de um disparate de José Sócrates, de aumentar os impostos para os “ricos”, hoje ouviram alguns fiscalistas, sociólogos e uma família de “classe média” de Leiria com um rendimento mensal líquido de cerca de 2000€.
Esta família, com duas filhas, diz que muito dificilmente consegue poupar, e que o rendimento vai para a casa, os carros e a educação das jovens. Quando questionada se se considerava classe média-alta, a senhora foi clara: não, classe média-baixa.
Dos fiscalistas ouvidos, Diogo Leite Campos, com o apoio de um quadro, explicou o que eu penso sobre o assunto.
Considerar rico quem ganha 10.000€ mensais é um disparate. Sobre este valor recaem 42% de imposto, o que significa que a pessoa só recebe 5800€. E este montante, para casa, carros, roupa, alimentação, educação, é no limite. E, na Europa, quem receba um valor destes é classe baixa.
Claro que para quem ganha 1000€, aquele valor parece elevado, mas quem só recebe 1000€ não é classe média. É miséria!
Concordo a 1000%.
O problema não é haver ricos – é haver pobres. E a solução passa por acabar com os pobres – não com os ricos.
Não é por muitos terem rendimentos miseráveis que se vai alinhar tudo por baixo. É esta uma diferença fulcral entre esquerda e direita.
Um organismo internacional qualquer diz que Portugal terá 10.400 milionários, ou seja, que têm rendimentos acima dos 700 mil euros.
Lembrei-me imediatamente de uma medida de Barack Obama: afinal não vai aumentar os impostos para quem tenha rendimentos anuais até 250 mil dólares (julgo que é este o valor).
Riqueza gera consumo, que cria emprego, que gera consumo, que…
Há quem não entenda, mas isto está tudo ligado.
A propósito, esta entrevista ao I de Luís Campos e Cunha, ex-ministro das Finanaças de Sócrates.
A propósito de um disparate de José Sócrates, de aumentar os impostos para os “ricos”, hoje ouviram alguns fiscalistas, sociólogos e uma família de “classe média” de Leiria com um rendimento mensal líquido de cerca de 2000€.
Esta família, com duas filhas, diz que muito dificilmente consegue poupar, e que o rendimento vai para a casa, os carros e a educação das jovens. Quando questionada se se considerava classe média-alta, a senhora foi clara: não, classe média-baixa.
Dos fiscalistas ouvidos, Diogo Leite Campos, com o apoio de um quadro, explicou o que eu penso sobre o assunto.
Considerar rico quem ganha 10.000€ mensais é um disparate. Sobre este valor recaem 42% de imposto, o que significa que a pessoa só recebe 5800€. E este montante, para casa, carros, roupa, alimentação, educação, é no limite. E, na Europa, quem receba um valor destes é classe baixa.
Claro que para quem ganha 1000€, aquele valor parece elevado, mas quem só recebe 1000€ não é classe média. É miséria!
Concordo a 1000%.
O problema não é haver ricos – é haver pobres. E a solução passa por acabar com os pobres – não com os ricos.
Não é por muitos terem rendimentos miseráveis que se vai alinhar tudo por baixo. É esta uma diferença fulcral entre esquerda e direita.
Um organismo internacional qualquer diz que Portugal terá 10.400 milionários, ou seja, que têm rendimentos acima dos 700 mil euros.
Lembrei-me imediatamente de uma medida de Barack Obama: afinal não vai aumentar os impostos para quem tenha rendimentos anuais até 250 mil dólares (julgo que é este o valor).
Riqueza gera consumo, que cria emprego, que gera consumo, que…
Há quem não entenda, mas isto está tudo ligado.
A propósito, esta entrevista ao I de Luís Campos e Cunha, ex-ministro das Finanaças de Sócrates.
sábado, 21 de abril de 2007
Portugueses sem rendimento para IRS
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Feliz pobreza de espírito
No Jornal de Negócios de hoje, vem o “estudo "Does money buy you more happiness?", elaborado pela escola de gestão espanhola IESE em conjunto com a Universidade da Califórnia, em Los Angeles”, que conclui que “o rendimento mínimo para ser feliz em Portugal é de 10 mil euros por ano. Um pouco abaixo da média mundial, que aponta para os 11.500 euros. Mas acima dos irlandeses que, para serem felizes, precisam de 8.800 euros anuais.” De qualquer forma, vale a pena fazer umas contas…
Se dividirmos 10.000€ por 14 meses (12 meses + subsídios de férias e de Natal) temos 714,28€. Quem é o cidadão NORMAL que consegue viver com este valor por mês?!
Não vale a pena contar os cidadãos pobres e miseráveis que são reformados. E que dizer do salário mínimo, que está muito abaixo desta insuficiência?
O Sr. Ministro Manuel Pinho deve ter dado pulos de alegria com este estudo, ainda no espírito chinês… Os portugueses, afinal, são felizes!
O Sr. Ministro Manuel Pinho deve ter dado pulos de alegria com este estudo, ainda no espírito chinês… Os portugueses, afinal, são felizes!
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