terça-feira, 23 de julho de 2013
O regresso da política
quarta-feira, 10 de julho de 2013
O murro na mesa
quinta-feira, 1 de março de 2012
O renascer do Estado-nação
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Mundos perfeitos
Escreve a revista:
"O Presidente da Venezuela quer usar o Magalhães para "a criação da mulher nova, do homem novo, da sociedade socialista". Merece um prémio, por ser mais visionário que Sócrates. Se fosse português, seria líder do PS."
Estas utopias de "homens novos" nunca deram nada de bom na História. Todas desembocaram numa coisa: totalitarismo.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Blogosferando - 19
No Mar Salgado:"Os portugueses não acreditam que as coisas possam piorar dramaticamente. Isto deve-se à naturalização que fazemos do pessimismo. O nosso pessimismo é sobretudo conformista e por isso é tão pouco adaptável às novas circunstâncias. O governo funciona como uma Empresa de Eventos S.A, com muitos protocolos, lágrimas ao canto do olho e miragens ferroviárias. Não nos muda e isso é o que queremos. Claro que não se esquece de distribuir dinheiro pelas autarquias socialistas (esta semana foi pelas escolas) e isso ajuda. Faz parte do jogo, mas não é o essencial.
MFL aposta na memória do bom senso: dizer a verdade e receitar prudência. Os portugueses ouvem-na, ao contrário do que fez crer a Empresa de Eventos S.A. (MFL referia-se ao conjunto PS-governo). O problema é que o nosso conformismo, a nossa indolência, faz com que a ouçamos como um estroina ouve um pai: ainda não é tempo de seguir os conselhos.
As águas estão cada vez mais claras porque MFL conseguiu contrapor ao brilho e à superfície o que está debaixo: o fundo. Resta saber se o nosso conformismo, atópico e permanente, suporta a visão. Não me parece."
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Virar à esquerda
Quanto a mim, e tendo em conta o discurso esquerdizante do congresso, o nome de Freitas do Amaral não faria qualquer sentido. Apesar de este ter feito parte do governo de Sócrates.
Também nunca acreditei que Sócrates quisesse remodelar o governo a poucos meses de eleições, lançando Luís Amado, MNE e um dos ministros centrais do governo, na corrida para o Parlamento Europeu.
Nesta lógica, só podia ser uma personalidade conotadamente de esquerda. Assim, Sócrates tenta também trazer para junto do PS, tanto nas europeias como nas legislativas, os eleitores mais de esquerda e, também, procura esvaziar a força do Bloco de Esquerda e do PCP. Portanto, do ponto de vista do PS é uma excelente escolha.
Por outro lado, esta escolha tem esta leitura: o PS e Sócrates acham que ganham virando-se completamente para a esquerda, e alienando o eleitorado mais ao centro. Ou seja, esquecendo o eleitorado do PSD. Pode ser que o tiro lhes saia pela culatra.
Esta é uma oportunidade política de ouro para o PSD. Basta apresentar um candidato forte, que marque terreno e que lhe dê fôlego para as legislativas. Oxalá!
Agora estou cheio de curiosidade por saber quais serão os cabeças de lista do lado direito do espectro partidário, ou seja, PSD e CDS.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Mundo à esquerda
O PS e Sócrates avançam com a regionalização e com os casamentos homossexuais.
Quanto à primeira, tal como aconteceu com o referendo ao aborto, é submetido ao voto popular até obter o resultado desejado. É assim a democracia…
Sócrates propõe como mapa para as futuras regiões as actuais CCDRs: Alentejo, Algarve, Centro, Lisboa, Norte.
Parece-me o mais apropriado. No entanto, há uma questão que deveria ser discutida previamente à configuração territorial: que funções e respectivas verbas passam do Estado central para as novas regiões? Sem isto respondido, voltarei a votar contra a regionalização.
Quanto aos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, é uma inevitabilidade social. Seja agora, ou daqui a alguns anos.
Também pela esquerda, aconteceu, durante este fim-de-semana, mais uma Convenção do Bloco de Esquerda. Pondo de lado os disparates estatistas que defendem, não há novidades. Só ouvi uma proposta que não me chocou: impedir que as empresas que recebem benefícios do Estado devido à crise distribuam dividendos pelos accionistas.
Com quase dez anos, é um excelente exemplo de como juntar três inexistências políticas (PSR, UDP e Política XXI) transformando-as numa eficaz máquina política e de marketing.
À esquerda é disto.
À direita não se vê grande coisa.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Vigilância institucional
A notícia do dia é o facto de Cavaco Silva ir questionar o Orçamento de Estado para 2009, por considerá-lo uma ficção (SOL).
O PS/Governo pensava que o seu caminho até às eleições iria ser uma passadeira vermelha, mas o Presidente da República não está pelos ajustes e não embarca em demasiada areia para os olhos dos eleitores.
Foi para isto que votei em Cavaco para PR.
domingo, 1 de junho de 2008
A hora de Manuela
Vamos ver o que se irá seguir.
Uma vez que é a candidata do PSD a chefe de governo, convinha apresentar algumas propostas para além da "credibilidade" e da "responsabilidade". Estas são importantes, mas não resolvem os problemas de Portugal.
domingo, 18 de maio de 2008
Blogosferando por ai - 12
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Dúvida laranja

quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Aplausos a Santana Lopes
domingo, 8 de abril de 2007
Le Penadas
quinta-feira, 5 de abril de 2007
PNR: resposta à altura

Daniel Oliveira, no Arrastão:
sábado, 31 de março de 2007
O Caimão

Perdonite

Não sou grande adepto deste tipo de pedidos de desculpa em retrospectiva. Para além do óbvio politicamente correcto, há neste exercício uma dose de anacronismo que não é despicienda.»
Mostrar os idiotas
quinta-feira, 29 de março de 2007
Ignorância feita política
Destaque excessivo (penitencio-me por este post), tendo em conta o que o PNR representa em votos (menos de 0,5% nas legislativas).
E o argumento utilizado por estes senhores é intolerante e estúpido. E os milhões de portugueses que tiveram de emigrar (portanto, são IMIGRANTES noutros países…)? Seriam todos repatriados? O PNR dar-lhes-ia condições de vida (trabalho, casa…)?
Estes senhores aproveitaram a suposta onda saudosista gerada pelo resultado de "Os Grandes Portugueses"… e conseguiram direito de antena à borla. Só tiveram mesmo de desembolsar os 1750€ para o cartaz.
O que pensarão estes senhores dos descobrimentos? Da colonização? Da escravatura do passado? Da globalização iniciada pelos portugueses? Os militantes, simpatizantes e afins do PNR não têm familiares emigrantes? Não têm necessidade de empregados estrangeiros (sejam empregadas dosméticas, professores, médicos...)?
O modelo deles deve ser a Albânia…
quarta-feira, 28 de março de 2007
Uma perda
Uma perda. Uma pena.


