terça-feira, 1 de outubro de 2013
Bloqueados
domingo, 15 de setembro de 2013
Coisas das autárquicas
sábado, 16 de janeiro de 2010
Notícias anti-climax
Como raio é que a Igreja ia entrar nisto? Há quem goste de confundir muita coisa...
O teor desta coisa é uma barbaridade tão grande que nem vale a pena dizer mais nada. Apenas isto: para presidente de câmara, António Costa devia pensar melhor no que diz.
2 - Manuel Alegre já tem o apoio do Bloco de Esquerda. (Público)
O PS, pela voz de Francisco Assis, já veio dizer que este não é a hora de falar sobre presidenciais.
Uma coisa é certa: as eleições ganham-se ao centro. Esta ajuda bloquista é uma preciosa ajuda... para a derrota de Alegre.
(Ontem Alegre voltou a bradar contra a intromissão de Cavaco no governo - onde e quando? Quem pensa votar em Alegre deve ter presente que ele é que seria um interventor e perturbador de todo o sistema político português.
Outra coisa: falou também contra o perigo de "um governo, uma maioria, um presidente" à direita. Quantas vezes isso já aconteceu à esquerda?! Ver Soares + Guterres; Sampaio + Guterres; Sampaio + Sócrates. Estes senhores da verdade absoluta deviam olhar mais para si...).
Se Cavaco se recandidatar (coisa que sempre duvidei desde o início), terá o meu voto.
domingo, 20 de setembro de 2009
A outra face do Bloco
Esta dualidade é ainda mais grave quando um partido - como o BE faz permanentemente! - apregoa a pureza e a política asséptica (ou outras coisas deste género).
Roubando parte de um post ao Corta-fitas:
"O problema aqui é ético. Quem se dedica à vida pública e à política em particular não pode, de modo algum, apregoar uma coisa e fazer outra. Muitas das coisas que o Bloco defende, e o Daniel sabe-o, interferem com aspectos da vida privada dos cidadãos e, como tal, quem defende estas interferências tem de sofrer consequências. O Bloco condena os especuladores da bolsa, os accionistas, o capitalismo – para facilitar. Ora, ao condenar o capitalismo em público tirando dele os benefícios que traz em privado é simplesmente hipócrita."
Uma das coisas boas desta campanha eleitoral é o facto de finalmente alguém ter começado a olhar para dentro do programa deste partido.
O primeiro foi Sócrates no debate com Louçã. Depois foi Portas.
Infelizmente o programa totalitário deste partido-maravilha não tem sido devidamente esmiuçado. Apenas se olha para a retórica de Louçã. E muitos vão embalados nisso.
Como se viu nesses debates, ou mesmo no Gato Fedorento, Louçã muda de expressão e fica atrapalhado quando confrontado com meia dúzia de medidas que tem no seu programa.
Mas é isso que é preciso fazer: descascar o BE da sua retórica.
A ver se os ingénuos que irão votar no BE continuariam a votar se de facto vissem o que se esconde ali. E os menos ingénuos jovens que votam BE iriam ficar felizes caso este partido chegue ao governo e destrua o seu modelo de vida.
E se há coisa que o Bloco de Esquerda não é, é um partido de centro.
É um partido de esquerda radical.
Podem espreitar uma lista dos disparates propostos no programa do BE aqui.
Quem quiser viver na Albânia, faça favor de votar nestes senhores.
É isto que é preciso ver!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Perigo no horizonte
"O Bloco vai mudar este país de certeza absoluta."
Não duvido disso. E isso é que é perigoso.
Na Europa, Portugal deve ser o único país em que as forças comunistas têm mais de 20% dos votos.
Perigoso. Muito perigoso.
Já dizia Sá Carneiro que a melhor forma de combater os comunistas era governar bem...
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Mundo à esquerda
O PS e Sócrates avançam com a regionalização e com os casamentos homossexuais.
Quanto à primeira, tal como aconteceu com o referendo ao aborto, é submetido ao voto popular até obter o resultado desejado. É assim a democracia…
Sócrates propõe como mapa para as futuras regiões as actuais CCDRs: Alentejo, Algarve, Centro, Lisboa, Norte.
Parece-me o mais apropriado. No entanto, há uma questão que deveria ser discutida previamente à configuração territorial: que funções e respectivas verbas passam do Estado central para as novas regiões? Sem isto respondido, voltarei a votar contra a regionalização.
Quanto aos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, é uma inevitabilidade social. Seja agora, ou daqui a alguns anos.
Também pela esquerda, aconteceu, durante este fim-de-semana, mais uma Convenção do Bloco de Esquerda. Pondo de lado os disparates estatistas que defendem, não há novidades. Só ouvi uma proposta que não me chocou: impedir que as empresas que recebem benefícios do Estado devido à crise distribuam dividendos pelos accionistas.
Com quase dez anos, é um excelente exemplo de como juntar três inexistências políticas (PSR, UDP e Política XXI) transformando-as numa eficaz máquina política e de marketing.
À esquerda é disto.
À direita não se vê grande coisa.
domingo, 3 de junho de 2007
Ironias
Na Antena 1, no noticiário das 12h00:
