quinta-feira, 1 de março de 2012
Consta que está tudo louco...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Blogosferando - 68
O Ionline titula: "Espanha altera lei do aborto e retrocede mais de um quarto de século".
Retrocede? Defender a vida é "retroceder"?
domingo, 18 de outubro de 2009
Como se nada fosse
Enquanto as modas pegam e despegam, vidas ficam por viver e todos nós, sem um pingo de vergonha ou respeito pelos mais elementares princípios, continuamos a assobiar para o lado, como se nada fosse. Lamaçal pestilento, este."
Tiago Moreira Ramalho, no Corta-fitas
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O dia em notícias
E porque não, hein?
2 - "O Facebook é a maior rede online? Mas só queríamos miúdas..."
O insucesso com as alunas de Harvard, levou dois cromos informáticos a criar o Facebook" (I)
Encontraram uma solução, pronto!
3 - "As mulheres que fazem mais do que um aborto deviam começar a pagar pela segunda interrupção, preconizou ao PÚBLICO Luís Graça, director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Santa Maria (HSM).
(...)
No HSM, duas em cada três mulheres não aparecem à consulta de planeamento familiar que, nos termos da lei, deve ocorrer no prazo de um mês após o aborto. "É a negligência pura e simples. Algumas mulheres não fazem anticoncepção e jogam na sorte, o que é muito triste para quem, como eu, se bateu muito por esta lei", lamenta." (Público)
Quando a irresponsabilidade é ilimitada...
4 - Cavaco Silva celebra hoje 70 anos de vida.De Boliqueime ao Palácio de Belém, foi um longo percurso, marcado por sucessos académicos e profissionais, primeiro, e depois por grandes sucessos políticos, nunca entretanto ultrapassados, como as duas maiorias que governaram o País de 1987 a 1995. (DN)
E está bem conservado, quanto a mim.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Sem comentários
Agora, o arcebispo brasileiro exige a excomunhão de toda a família da menina.
Nem Bento XVI tomaria uma posição fundamentalista, intolerante e idiota destas.
ACTUALIZAÇÃO (07 Março):
«O cardeal Giovanni Battista Re,da Congregação para os Bispos, justificou este sábado a excomunhão da mãe de uma menina brasileira de 9 anos, que foi submetida a um aborto depois de ter sido violada pelo padrasto, afirmando que os gémeos que ela havia concebido "tinham o direito de viver".» (SAPO)
Nas notícias desta noite, a revelação: o arcebispo brasileiro excomungou a menina, a mãe e os médicos que fizeram o aborto. Nem uma palavra sobre o padrasto que violou a menina. Na televisão, concluem que para a Igreja o aborto é mais grave que a violação.
sábado, 12 de abril de 2008
O Marcelo que há em mim…
Nos últimos dias têm vindo a público algumas notícias a que vale a pena dar alguma atenção:
1 – no SAP de Almada, “uma jovem de 19 anos terá abortado na quinta-feira numa casa-de-banho”, e agora ela é suspeita de ter abortado e de infanticídio.
A notícia é tão mirabolante que basta pensar um pouco para se concluir que: nenhuma mulher no seu perfeito juízo iria a um centro de saúde para abortar fora da lei. Ou esta teria a ideia de se auto-denunciar?
Por outro lado, ao longo da notícia, não há uma única linha sobre a forma como decorreu o atendimento da jovem: tempo de espera, acompanhamento…
Outra questão não respondida é… quem chamou a polícia? Com que intenção?
E isto não tem nada a ver com a lei do aborto. A mim parece-me ter a ver mais com o mau atendimento em serviços de saúde. Mas eu não sou médico…
2 – na Austrália, pai e filha mantêm relação incestuosa há oito anos e têm uma filha de nove meses.
«Pai e filha foram condenados por incesto, no mês passado, pelo tribunal de Mount Gambier, no Sul do país. O juiz Steven Millsteed considerou que vivem uma relação "de mútuo consentimento", pelo que podem continuar a ver-se. Mas Millsteed proibiu-os de terem relações sexuais face ao elevado risco que uma criança nascida duma relação incestuosa corre de nascer com malformações e exigiu três anos de "bom comportamento".»
Sem comentários. E com isto não estou a ser nem a favor nem contra. Não sei.
Já tinha lido sobre isto, mas está no caderno P2 do PÚBLICO de ontem.
A lei impõe três anos de “período de nojo” entre a saída de funções governativas e a ida para empresas com as quais o ministro teve algum relacionamento. Coelho esteve sete anos. Agora alguns partidos querem o alargamento desse período de afastamento: 5 anos pede o CDS-PP, 10 anos pedem os puros do BE.
Em suma, parece que quem é político tem de ser uma espécie de entidade divina superior, alheia ao mundo, e sem qualquer vontade e/ou ambição de fazer mais alguma coisa na vida para além de política.
Não pode ir para nenhuma empresa com a qual tenha tido relações enquanto político porque há interesses; não pode ir para outra área porque não percebe nada do negócio e só vai para lá por ter sido político. Não pode ir no dia seguinte a deixar de ser político porque está muito próximo; não pode ir passados muitos anos porque tem contactos privilegiados. Enfim…
Com esta lógica fabulosa, a escolha de políticos só pode ser a seguinte:
- pessoas que nunca fizerem mais nada na vida senão política, de preferência originários das juventudes partidárias, e que só chegaram ao topo aparelhisticamente. Normalmente estes cidadãos não têm qualquer noção da realidade do país e são incompetentes, mas isso não interessa nada.
- se forem pessoas reconhecidas fora da política, quando terminarem a sua função devem suicidar-se. É que após terem sido políticas as pessoas não podem fazer mais nada por passarem a ser corruptos e mais não-sei-quê...
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Um mau que até não o é
- a bandeira dos iluminados da esquerda, de que o aborto era uma libertação para a mulher, não tinha conteúdo;
- a liberalização do aborto não terá significado uma passagem dos "vãos de escada" para a rede hospitalar. Embora, obviamente, não haja números da clandestinidade. As idiossincracias de um povo não se mudam por decreto.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
Novo paradigma
domingo, 11 de fevereiro de 2007
Referendo abortou?
E pronto! Não ficando nada alterado, os arautos da tolerância, da democracia e da liberdade vão ter de encontrar outra forma para mudar a lei no sentido que pretendem...
Quanto à dúvida existencial que se irá colocar sobre o instituto do referendo, penso que desta participação não se deve concluir que se deve acabar com ele.

