Em contraponto com a dramática notícia anterior, o PÚBLICO titulava isto:
Antes de mais, vale pena ler os comentários da notícia no site...
De qualquer forma, uma notícia destas só pode significar que:
- a bandeira dos iluminados da esquerda, de que o aborto era uma libertação para a mulher, não tinha conteúdo;
- a liberalização do aborto não terá significado uma passagem dos "vãos de escada" para a rede hospitalar. Embora, obviamente, não haja números da clandestinidade. As idiossincracias de um povo não se mudam por decreto.
- a bandeira dos iluminados da esquerda, de que o aborto era uma libertação para a mulher, não tinha conteúdo;
- a liberalização do aborto não terá significado uma passagem dos "vãos de escada" para a rede hospitalar. Embora, obviamente, não haja números da clandestinidade. As idiossincracias de um povo não se mudam por decreto.
- as políticas de planeamento familiar e afins têm sido um sucesso.
Nos últimos meses/anos tenho sabido de casos de gravidezes não programadas. A lógica libertária acima, levaria a crer que se iriam traduzir em abortos. A realidade diz o contrário: a mulher tem decidido avançar com a gravidez.
Po um lado, 6000 abortos em seis meses não deixa de ser dramático. Por outro, um número tão "baixo" é um aspecto positivo.

