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sexta-feira, 6 de abril de 2012
sábado, 20 de agosto de 2011
Coisas dos sítios pequenos
Nas minhas férias por terras de Machico, um certo dia, apanhei um autocarro de volta para casa com bónus no percurso: em vez do habitual e simples percurso Machico-Maroços, este passou pela Ribeira Seca.
Muitos turistas de mochila às costas, as pessoas do costume, as que vão as compras, os vizinhos, a prima... e todos os que se conhecem uns aos outros.
Para quem não sabe, na Madeira, excluindo os Horários do Funchal, há umas particularidades para quem anda de autocarro (por lá conhecidos como "camioneta" ou "horário"): nas paragens ninguém respeita ninguém na entrada para o autocarro (não interessa quem chegou primeiro, e ninguém se chateia...); na hora de sair, as pessoas só se levantam depois de o autocarro estar muito bem parado.
Continuando... Naquele dia, com aguaceiros, o autocarro parava, as pessoas levantavam-se para sair, alguém dizia qualquer coisa a quem ia sair, quem estava de saída ainda ficava a responder, como se estivesse no carro da prima e pudesse ficar ali na conversa.
Perante estes episódios delirantes, era fabuloso ver as reacções dos turistas: olhavam, sorriam, achavam a coisa pitoresca. Ninguém se chateava.
Houve até uma senhora de meia idade, daquelas que têm a mania e tem direitos... Ia sair numa determinada paragem. O motorista parou uns cinco metros antes da paragem para facilitar a saída a uma velhota, uma vez que havia carros parados na estrada (coisa habitual). Ainda a velhota ia a caminho da porta, e a senhora dos direitos começa a reivindicar "eu também vou sair aqui, mas a paragem é ali à frente e ele (motorista) vai parar para eu sair na paragem". E ainda reclamava com a velhota.
Se não fosse estar de férias, com velocidade mais lenta, apetecia reclamar também e ficar furioso e mais não sei o que. Como era tempo de férias, restou olhar para os episódios pitorescos de uma simples viagem de autocarro.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Apesar da crise...
"A crise não parece afectar as principais agências de viagens e cadeias hoteleiras, que confirmam um número de reservas para as férias da Páscoa superior ao do ano passado.
Os portugueses estão a preparar-se para fugir de Portugal enquanto o FMI está a entrar. Antes de conhecer mais um pacote de medidas de austeridade, os portugueses decidiram gastar os últimos cartuxos nas férias de Páscoa, preferencialmente para um país tropical com sol e praia. Em Portugal, o Algarve está praticamente esgotado. Para as agências de viagens e cadeias hoteleiras, o negócio da Páscoa está "ligeiramente acima do ano passado", admitem as empresas contactadas pelo Diário Económico.
Cabo Verde, Brasil e Caraíbas mantêm-se os destinos preferidos pelos portugueses para uma semana de férias na Páscoa e foram os primeiros a esgotar." (Diário Económico)
segunda-feira, 7 de junho de 2010
"Vá para fora cá dentro"
Há alguns dias, Cavaco Silva apelou para que os portugueses passassem férias em Portugal.
À primeira vista, trata-se de um apelo óbvio e inofensivo.
Eis senão quando surge uma polémica à volta do assunto, com o Ministro da Economia, Vieira da Silva, a dizer que "se os presidentes de outros países fizessem o mesmo, perderíamos muitas divisas"...
Juro que não percebo a polémica!
Cavaco disse uma coisa óbvia. Para além disso, férias em Portugal são mais baratas que lá fora, e ajudam a economia nacional (este mesmo argumento foi/é usado para ir de férias à Madeira, após o temporal de Fevereiro...).
Como o próprio PR afirmou, “passar férias cá dentro, nesta altura difícil, é também uma atitude patriótica”.
No entanto...
- este apelo não obriga ninguém a passar férias cá dentro;
- alguém protestou há anos quando surgiu a célebre campanha "vá para fora cá dentro"?
- alguém reclamou com a campanha do Allgarve (para além da designação)?
À primeira vista, trata-se de um apelo óbvio e inofensivo.
Eis senão quando surge uma polémica à volta do assunto, com o Ministro da Economia, Vieira da Silva, a dizer que "se os presidentes de outros países fizessem o mesmo, perderíamos muitas divisas"...
Juro que não percebo a polémica!
Cavaco disse uma coisa óbvia. Para além disso, férias em Portugal são mais baratas que lá fora, e ajudam a economia nacional (este mesmo argumento foi/é usado para ir de férias à Madeira, após o temporal de Fevereiro...).
Como o próprio PR afirmou, “passar férias cá dentro, nesta altura difícil, é também uma atitude patriótica”.
No entanto...
- este apelo não obriga ninguém a passar férias cá dentro;
- alguém protestou há anos quando surgiu a célebre campanha "vá para fora cá dentro"?
- alguém reclamou com a campanha do Allgarve (para além da designação)?
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Eu vou!

Vi ontem o desafio (por assim dizer) de Helena Sacadura Cabral, no Fio de Prumo, para ajudar a recuperar a Madeira da tragédia que se abateu por lá: "Por mim já decidi que tudo farei para ajudar os madeirenses. A primeira medida vai ser passar no Funchal metade das minhas férias."
Fica também aqui o apelo e o convite.
sábado, 12 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Dia mundial da fotografia
domingo, 16 de agosto de 2009
O regresso...
A 330 - Vasco da Gama
Este avião é um absoluto monstro!
Foi nele que fiz o percurso Madeira-Lisboa, ao fim da manhã.
Nunca tinha viajado num avião destes, assim robusto.
Diferentemente dos aviões habituais, que têm 6 assentos por fila, este tem 7, agrupados em três conjuntos. E ecrãs individuais no assento da frente. Deu para ver um bocado do filme "17 anos outra vez".
Para um aerofóbico (agora não encontro um adjectivo forte para juntar), as viagens de ida e volta foram excelentes. Os aviões não abanaram nada.
Mas ontem e hoje eu era uma pilha de nervos.
Bom, mesmo bom, é estar com os pés bem assentes em terra.
Foi nele que fiz o percurso Madeira-Lisboa, ao fim da manhã.
Nunca tinha viajado num avião destes, assim robusto.
Diferentemente dos aviões habituais, que têm 6 assentos por fila, este tem 7, agrupados em três conjuntos. E ecrãs individuais no assento da frente. Deu para ver um bocado do filme "17 anos outra vez".
Para um aerofóbico (agora não encontro um adjectivo forte para juntar), as viagens de ida e volta foram excelentes. Os aviões não abanaram nada.
Mas ontem e hoje eu era uma pilha de nervos.
Bom, mesmo bom, é estar com os pés bem assentes em terra.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
Em jeito de regresso
E após duas semanas de descanso, sem grandes ligações ao mundo (leia-se: "o que acontece nos noticiários"; apenas o essencial: ecos da comunicação de Cavaco, dos assaltos a bancos e da "tensão" na Geórgia), chega a parte má das férias: o regresso ao trabalho.
Entretanto, foi tempo de descansar, de pousar na baía de Machico, de combinar vários cafés, de rever amigos, de fazer a levada do Caldeirão Verde, de tirar muitas fotografias, de ler, de ir à Semana Gastronómica de Machico (SGM), de ter um grande concerto de Pedro Abrunhosa na SGM, de ir ao cinema, de apanhar um ligeiro escaldão, de dormir...
Entretanto, foi tempo de descansar, de pousar na baía de Machico, de combinar vários cafés, de rever amigos, de fazer a levada do Caldeirão Verde, de tirar muitas fotografias, de ler, de ir à Semana Gastronómica de Machico (SGM), de ter um grande concerto de Pedro Abrunhosa na SGM, de ir ao cinema, de apanhar um ligeiro escaldão, de dormir...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
E começar assim o dia...
domingo, 27 de julho de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
Numa serena manhã...
Não há nada - mesmo NADA! - como, numa manhã de sábado, passear à beira-mar em Machico!
O sol brilhante, o mar forte, a brisa fresca, a praia de calhau, a maresia, o horizonte aberto... É absolutamente retemperador e purificador.
Eu quero uma baía de Machico todas as manhãs de sábado só para mim!
O sol brilhante, o mar forte, a brisa fresca, a praia de calhau, a maresia, o horizonte aberto... É absolutamente retemperador e purificador.
Eu quero uma baía de Machico todas as manhãs de sábado só para mim!
domingo, 2 de setembro de 2007
Acabou-se
...o que era doce!
Pois é, as férias de verão de 2007 chegaram ao fim. Três semaninhas para retemperar forças.
Uns dias por Lisboa e depois Madeira.
Descanso.
Na Madeira, logo no dia seguinte a ter lá chegado, um passeio por uma levada. Óptimo! Já tinha saudades destas coisas! Desta feita, fomos para leste, e fizemos a ligação Rabaçal – 25 Fontes, e ainda seguimos por outra levada até ao Risco. A natureza luxuriante, a laurissilva, o ar puro, a humidade, as paisagens fabulosas. E alguma chuva, claro. Eu… só tirei muitas fotografias. Até a bateria da máquina acabar.
Descanso.
“Aturar” a minha prima de 6 anos. Que está com aquele geniozinho que ora se gosta, ora apetece virá-la do avesso. Com um truque fabuloso: põe-se à nossa frente, como o Gato das Botas (do Shrek), olha para nós com aquele ar de coitadinha e pede “colinho, colinho”. Ficamos desarmados. E nem vale a pena dizer que estamos cansados ou que agora não apetece. É “colinho, colinho”. Quanto às birras, fosse eu o paizinho…. Ainda fomos ver o Ratatui. Que ela inicialmente chamava de Rato Artur…. como não conseguia dizer o nome certo.
Descanso.
Num fim-de-semana, foi uma visita de família a primos lá da minha mãe para os lados da Calheta. Uma maçada. Mas depois uma escapadela pela ilha: São Vicente e Porto Moniz. Duas vilas (não sei se já são cidade) a norte, encaixadas no fundo (e no fim) dos vales. Literalmente no fim do mundo, não fosse o desenvolvimento rodoviário – e os túneis – proporcionados por Alberto João Jardim. (Pequeno à parte: críticas como as que surgiram aquando da campanha na Madeira por Jardim ter feito uma estrada só para a casa de uma senhora sua ex-empregada fazem-me confusão. É a única alternativa para aproximar populações). Obviamente, tirei muitas fotografias. É que há coisas fantásticas! Aquelas montanhas que caem do céu a pique. As nuvens que se encostam e se deixam ficar, ali. Aquelas almofadas de humidade que quase trazem a noite.
Descanso.
Reencontro de amigos. Velhos e bons amigos. Reatar laços antigos, do secundário. Aqueles laços que prendem o coração, que valem a pena. Saber o que andam a fazer. O que têm feito. A vidinha. Tantos anos afastados, quase perdidos. Cada um foi para seu lado, não havia telemóveis. Mas permaneceram. Pode soar a lamechice, mas foi do que mais gostei das férias. Mesmo! “As pessoas entram por acaso nas nossas vidas, mas não é por acaso que elas permanecem”.
E um anoitecer em Machico, a lua no horizonte, mágica.
Foram umas férias excelentes!
Próximas…!
Pois é, as férias de verão de 2007 chegaram ao fim. Três semaninhas para retemperar forças.
Uns dias por Lisboa e depois Madeira.
Descanso.
Na Madeira, logo no dia seguinte a ter lá chegado, um passeio por uma levada. Óptimo! Já tinha saudades destas coisas! Desta feita, fomos para leste, e fizemos a ligação Rabaçal – 25 Fontes, e ainda seguimos por outra levada até ao Risco. A natureza luxuriante, a laurissilva, o ar puro, a humidade, as paisagens fabulosas. E alguma chuva, claro. Eu… só tirei muitas fotografias. Até a bateria da máquina acabar.
Descanso.
“Aturar” a minha prima de 6 anos. Que está com aquele geniozinho que ora se gosta, ora apetece virá-la do avesso. Com um truque fabuloso: põe-se à nossa frente, como o Gato das Botas (do Shrek), olha para nós com aquele ar de coitadinha e pede “colinho, colinho”. Ficamos desarmados. E nem vale a pena dizer que estamos cansados ou que agora não apetece. É “colinho, colinho”. Quanto às birras, fosse eu o paizinho…. Ainda fomos ver o Ratatui. Que ela inicialmente chamava de Rato Artur…. como não conseguia dizer o nome certo.
Descanso.
Num fim-de-semana, foi uma visita de família a primos lá da minha mãe para os lados da Calheta. Uma maçada. Mas depois uma escapadela pela ilha: São Vicente e Porto Moniz. Duas vilas (não sei se já são cidade) a norte, encaixadas no fundo (e no fim) dos vales. Literalmente no fim do mundo, não fosse o desenvolvimento rodoviário – e os túneis – proporcionados por Alberto João Jardim. (Pequeno à parte: críticas como as que surgiram aquando da campanha na Madeira por Jardim ter feito uma estrada só para a casa de uma senhora sua ex-empregada fazem-me confusão. É a única alternativa para aproximar populações). Obviamente, tirei muitas fotografias. É que há coisas fantásticas! Aquelas montanhas que caem do céu a pique. As nuvens que se encostam e se deixam ficar, ali. Aquelas almofadas de humidade que quase trazem a noite.
Descanso.
Reencontro de amigos. Velhos e bons amigos. Reatar laços antigos, do secundário. Aqueles laços que prendem o coração, que valem a pena. Saber o que andam a fazer. O que têm feito. A vidinha. Tantos anos afastados, quase perdidos. Cada um foi para seu lado, não havia telemóveis. Mas permaneceram. Pode soar a lamechice, mas foi do que mais gostei das férias. Mesmo! “As pessoas entram por acaso nas nossas vidas, mas não é por acaso que elas permanecem”.
E um anoitecer em Machico, a lua no horizonte, mágica.
Foram umas férias excelentes!
Próximas…!
Cada olhar é uma paisagem
Algumas fotos espectaculares que tirei nestas férias. São apenas 10% de todas as que tirei... umas 500. Pouco, para três semanas...
Imagens fantásticas, captadas por um fotógrafo único :)
terça-feira, 14 de agosto de 2007
FÉRIAS, FÉRIAS!!
Estando oficialmente de férias, e indo para o destino habitual, convém deixar escrito qualquer coisa que distraia os visitantes entretanto. Como a criatividade já está na função “consumo mínimo”, tive de copiar e adaptar o melhor post que para aí anda sobre férias: O da Joana.Até ao fim de Agosto, favor não incomodar com coisas que incomodem.
Mas dessas coisas ficam excluídas, naturalmente, as seguintes:
- me queiram pedir em namoro (preencher impresso abaixo e deixar outras informações relevantes: nome, contacto, fotografia, idade, motivo da candidatura. Limitado a mulheres);
- me queiram oferecer um bruto ordenado (traduzindo: que tenha pelo menos quatro dígitos);- engravidem ou tenham engravidado alguém;
- tenham conhecido o homem / a mulher das vossas vidas;
- queiram informar-me da doença grave de alguém;
- me queiram convidar para café, passeio, almoço, jantar, lanche, ou outro evento social…. (condicionado regionalmente).
Se tiverem dúvidas, telefonem ou mandem sms. Se não tiver dinheiro para responder, mando um “call me” :)
Se tiverem dúvidas, telefonem ou mandem sms. Se não tiver dinheiro para responder, mando um “call me” :)
Todas as outras funcionalidades tecnológicas (blogues, mails, hi5) estarão nesta função:
Citando o outro, “I’ll be back!”
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