Para quem ainda está indeciso na escolha entre os dois principais candidatos a primeiro-ministro, a escolha só pode ser feita assim: ou escolhem alguém que manifesta alguma insegurança e falta de jeito para passar a mensagem, ou escolhem um mentiroso compulsivo.
Pela minha parte, caso estivesse entre os indecisos, a escolha era óbvia.
Hoje Passos Coelho esteve em boa forma frente a Louçã.
Na sexta-feira, com Sócrates, espero que esteja ainda melhor, mais acutilante.
Entretanto, as sondagens continuam a dar empate técnico.
Uma matéria a estudar profundamente por estudiosos das ciências políticas: como é que um governo/partido que deixa um país neste estado está com forte probabilidades de ganhar as eleições?
Os cidadãos portugueses, com os seus brandos costumes, gostam de ser enganados.
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