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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Perigo de derrocada

"Tenho por hobbie observar pessoas e imaginar quem elas levam lá dentro. Imaginar quantas pessoas há para além daquela e muitas das vezes perceber que não existe lá ninguém . Nada. Há pessoas que vivem sem ninguém lá dentro, ouviram? Porque estão vazias ou por as esvaziaram a dado momento e daí não serem habitáveis."

Do improvável Fernando Alvin, no Espero bem que não.

Vale a pena ler o texto completo.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Coisas que não

Ontem apanhei na SIC Radical um programa de entrevistas do Fernando Alvim que até já vi algumas vezes mas cujo nome desconheço. Apenas sei que o Alvim senta-se atrás de uma minúscula mesa redonda e o convidado deita-se numa cama. Ou senta-se num lado.
Ontem, os convidados eram o Nuno Markl e o Marco Horácio, dois cromos do humor nacional. Na parte que vi, estiveram a gozar de coisas que o Markl não sabe fazer: andar de bicicleta e jogar à bola. Mas ele defendeu-se repetindo à exaustão que sabe nadar. (Há algumas semanas o Markl também foi o convidado de um programa sobre língua portuguesa apresentado pelo Diogo Infante. E… muito do programa foi feito com ele a arrastar uma bicicleta).
Ontem, o Markl ia para cima da bicicleta e era conduzido pelo Marco Horácio e pelo Alvim, um de cada lado. O que gozam com as pessoas, coitadinhas...
Sei que não posso gozar, pois também não sei andar de bicicleta. O Markl disse que uma vez na rádio confessou que não sabia andar de bicicleta e que recebeu muitas chamadas de pessoas que também não sabiam. Já não estava só no mundo.
Pronto, eu também não sei andar de bicicleta. Mas sei andar lindamente de kart a pedais, como confessei há alguns dias.
Acertar numa bola, acho que sou melhor que o Markl, embora jogar futebol também não seja comigo.
Nadar? Também não sei. Mas para quem acha um perfeito disparate estar um dia inteiro numa praia, não é um suplício. Praia sim, mas só por algumas horas.
Ah… também não fumo.
Beber, só socialmente. E com esta bela idade nunca apanhei uma bebedeira. Só fiquei alegrinho.
Portanto… sou quase perfeito.
E já chega de orlandices por hoje.