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quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
O país de sempre...
Ando a reler "Os Maias", de Eça de Queirós.
Às tantas, João da Ega diz isto a Carlos da Maia:
" - (...) Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, indústrias, modas, maneiras, pilhérias, tudo nos vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssima, com os direitos da Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas... Nós julgamo-nos civilizados como os negros de São Tomé se supõem cavalheiros, se supõem mesmo brancos, por usarem cm a tanga uma casaca velha do patrão... Isto é uma choldra torpe."
Para os mais distraídos, Os Maias foram publicados pela primeira vez em 1888...
Esta frase vem tão a propósito da entrevista de Medina Carreira, ali em baixo...
Nota de rodapé: se alguém dissesse uma coisa destas hoje o que lhe acontecia...? É automaticamente chamado de xenófobo e mais uma série de nomes bonitos...
Às tantas, João da Ega diz isto a Carlos da Maia:
" - (...) Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, indústrias, modas, maneiras, pilhérias, tudo nos vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssima, com os direitos da Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas... Nós julgamo-nos civilizados como os negros de São Tomé se supõem cavalheiros, se supõem mesmo brancos, por usarem cm a tanga uma casaca velha do patrão... Isto é uma choldra torpe."
Para os mais distraídos, Os Maias foram publicados pela primeira vez em 1888...
Esta frase vem tão a propósito da entrevista de Medina Carreira, ali em baixo...
Nota de rodapé: se alguém dissesse uma coisa destas hoje o que lhe acontecia...? É automaticamente chamado de xenófobo e mais uma série de nomes bonitos...
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Páginas cruzadas
Que quantidade de livro é preciso ler para concluir se devemos continuar a leitura ou abandoná-lo?
82 páginas? 4 capítulos? Ir espreitar duas páginas a meio do livro?
É esta dúvida que me assalta enquanto vou lendo "O Labirinto", de Pano Karneziz.
É esta dúvida que me assalta enquanto vou lendo "O Labirinto", de Pano Karneziz.
Num fantástico gesto de impulsividade, comprei o livro devido à capa. Melhor, sobrecapa. A capa original nunca me convenceu.Entretanto, já tomei uma resolução: NÃO comprar mais livros até à Feira do Livro...
Se bem que já ando com um em vista: "A mão esquerda de Deus", de Pedro Almeida Vieira. O título gera curiosidade, tal como a resenha:
"Baseado na fábula do falso núncio de Portugal – considerada verídica durante vários séculos, e acreditada por homens como Voltaire –, A Mão Esquerda de Deus é um romance empolgante que reconstrói a vida aventureira e heterodoxa de Alonso Perez de Saavedra, o andaluz que ousou tornar tornar-se, através de burlas e falsificações, o primeiro Inquisidor Inquisidor-Geral de Portugal Portugal, no reinado de D. João III."
quarta-feira, 25 de março de 2009
Páginas inspiradas
Ontem acabei de ler, pela segunda vez, o emocionante romance de Sándor Marai "As velas ardem até o fim". Um livro cujo deslumbramento começa no título.
Em breve, colocarei algumas impressões no Palavras Impressas.
Era altura de agarrar um novo livro.A escolha recaiu num pequeno livro editado pelo Público há algumas semanas: "Dez discursos históricos", todos eles de Barack Obama.
É absolutamente inspirador absorver as suas palavras logo pela manhã, a caminho do trabalho.
Enche-nos de esperança, de capacidade de fazer, de sonho, de possibilidades, de ímpeto de mudança.
A política, a vida, tudo, é, antes de mais, a capacidade de acreditar que é possível realizar os sonhos.
Em 8 de Janeiro de 2008, em New Hamphire, onde ficou a escassos votos de vencer as primárias a Hillary Clinton, Obama galvanizou as pessoas e gravou a divisa que marcou a sua campanha "Yes, we can".
Um excerto desse notável discurso:
"Mas, ao longo da improvável história da América, a esperança nunca foi uma coisa falsa. Porque quando enfrentámos situações aparentemente impossíveis; quando nos disseram que não estávamos prontos, ou que não devíamos tentar, ou que não íamos conseguir, gerações de americanos responderam com o credo que resume o espírito de um povo: Sim, nós podemos."
quinta-feira, 12 de março de 2009
O Pecado de Darwin

E mais um livro lido este ano... O Pecado de Darwin.
Nos próximos dias, algumas palavras sobre ele no Palavras Impressas.
Agora a dúvida: que livro escolher para começar a ler a seguir...
Nos próximos dias, algumas palavras sobre ele no Palavras Impressas.
Agora a dúvida: que livro escolher para começar a ler a seguir...
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