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sábado, 28 de abril de 2007

Lisboa - eleições já!!

Quando me lembro que votei em Carmona Rodrigues, por ser o melhor colocado para bater Manuel Maria Carrilho, sinto vergonha.
Maria José Nogueira Pinto seria a minha escolha natural – quer partidariamente, quer por ser a melhor candidata, com as melhores propostas para a cidade – mas o voto útil falou mais alto.

Nunca mais faço uma destas! Vou votar MESMO em quem acredito que é o melhor. E seja o que Deus quiser.


Com os últimos desenvolvimentos na Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues não fala. Está em Inglaterra num encontro de motards. O PSD e Marques Mendes nada dizem. Vêem a CML a fugir-lhe das mãos. Mas seria mais avisado permitir a realização de eleições intercalares (deviam ser antecipadas, mas a lei em Portugal tem destas coisas…). É certo o PSD perder a presidência da câmara da capital. Mas quanto mais adiarem, pior será.

Lisboa – 4 anos perdidos.

Eu quero eleições em Lisboa já!!

quarta-feira, 28 de março de 2007

Uma perda

Uma perda. Uma pena.


A verticalidade:
"Não devo, não posso e não desejo no momento em que já ponderei e decidir desfiliar-me, constituir-me como alegada e hipotética força de bloqueio a qualquer decisão dos órgãos do partido. Isso seria absurdo", frisou ainda Nogueira Pinto.

Perde o partido. Perde a Câmara. Perde Lisboa. Perde a direita.

Não acredito que a política fique a perder, pois Maria José Nogueira Pinto sempre foi independente. Só esteve vinculada ao CDS-PP nesta última década. Ela, tal como a família (Jaime Nogueira Pinto, Maria João Avillez...), sempre respirou e transpirou política.
Nunca precisou da política para o seu desempenho. Reconhecido por todos, por exemplo, na Santa Casa da Misericórdia, na Maternidade Alfredo da Costa, e mesmo neste ano que esteve na Câmara de Lisboa, e onde lançou um programa para a reabilitação da baixa da cidade (ideia que será consumida pela politiquice, e não servirá para nada...)

quarta-feira, 21 de março de 2007

Uma grande perda

Nogueira Pinto abandona CDS ao fim de dez anos no partido.

A notícia estava no site do PÚBLICO: "É o fim. Após mais de uma década de militância, Maria José Nogueira Pinto bate com a porta e despede-se do CDS-PP. A ruptura será consumada após a realização do próximo conselho nacional."

E representa uma grande perda para um partido em luta autofágica. Uma mulher com nome, reconhecida, com obra feita, com valor para além do partido. Uma mulher de direita, desde sempre.