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domingo, 30 de agosto de 2009

Lisboa a metro

Ontem foi a inauguração do troço Alameda-S. Sebastião na linha vermelha do Metro, fazendo a ligação entre o centro de Lisboa e a zona oriental. Uma obra fundamental para quem se desloca na cidade, evitando labirintos e mudanças de linha.

Quero acreditar que a inauguração foi feita ontem porque neste fim-de-semana teremos de volta a Lisboa os milhares de habitantes que tinham saído em férias. Assim, já na próxima semana todos podem beneficiar desta ligação.

Na inauguração, o ministro Mário Lino aproveitou para atacar o programa do PSD. Pergunta: o que tem o PSD a ver com a inauguração do metro? Aparentemente nada. Mas o senhor ministro (ministro, não agente do PS em campanha...) acha por bem fazer campanha na cerimónia, atacando o que o PSD tem dito sobre as obras públicas.

Já agora, se tivessem aguardado mais uma semana para fazer a inauguração talvez a estação do Saldanha (só passei nesta) estivesse concluída. E não tivesse coisas destas:

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Voar para Alcochete

Já temos decisão sobre o novo aeroporto de Lisboa: fica em Alcochete.
Assunto arrumado!

Não consta que Mário Lino vá emigrar para Jamais... mas a política portuguesa é qualquer coisa de estranha.

Agora é preciso indemnizar - e bem - todos aqueles que não puderam fazer nada na região da Ota devido à expectativa do aeroporto.
Sobre a guerra parola que já começa a surgir entre localidades, espero que seja ostensivamente ignorada pela comunicação social.
Alcochete é superior em vários aspectos face à Ota. O governo não tinha margem de manobra para escolher outro local. E, tendo em conta o que ouvi de há um ano para cá, esta foi a decisão acertada.

Só uma questão: para voos domésticos (ilhas e vários aeroportos do país) devia manter-se a Portela como ponto de partida e chegada. Por uma questão de rapidez, comodidade, e também economia. Não é muito prático querer ir ao Porto (ou Faro, ou Madeira, ou Açores) e ter de ir para fora de Lisboa para apanhar o avião.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Só para chatear...


"Caros Amigos,
A pedido do cómico Mário Lino – entertainer de almoços e de convívios deautarcas do Oeste - estou a organizar, para um dos próximos sábados, umpasseio ao Oásis Alcochete.
A concentração está prevista para a porta do Ministério das Obras Públicas- à Sé - de onde partirá a caravana de jipes 4X4 que atravessará a Ponte Vasco da Gama com destino ao Deserto a Sul do Tejo.
A primeira paragem será na Área de Serviço da Margem Sul, onde os nossos experientes motoristas necessitam baixar a pressão dos pneus, necessária à circulação nas dunas.
O trajecto até ao Oásis, onde serão servidos carapaus assados e enguias do Tejo, poderá ser feito, por escolha e conveniência dos participantes, quer continuando na caravana de jipes ou em dromedário (uma só bossa), o que torna a aventura muito mais excitante, pois tirando os beduínos tratadores e a areia, os participantes não encontrarão: "pessoas, escolas, hospitais, hotéis, indústria ou comércio"!
Reunidos os participantes será servido o almoço, em tendas, com pratostradicionais do Oásis Alcochete. À tarde, a seguir ao pôr-do-sol no deserto - espectáculo sempre deslumbrante - será servido um chá de menta, após o que a caravana regressa nos jipes, com paragem na área de Serviço da Ponte Vasco da Gama, para reposição da pressão dos pneus.
ALERTA: O tempo urge. Segundo as sábias e oportunas declarações do Dr. Almeida Santos, M. I. Presidente do PS as pontes são alvos dos terroristas pois podem ser dinamitadas a qualquer momento, pelo que não se devem construir novas devemos aproveitar as que temos, enquanto estão de pé. Conto convosco para esta inesquecível aventura ao Deserto a Sul do Tejo!
MUITA ATENÇÃO: A cada participante será exigida uma declaração por escrito onde se comprometem, durante toda a aventura, a não referir qualquer dasseguintes palavras: diploma, curso, Independente, engenheiro, fax e inglês técnico. Com um abraço.
PS - Lamento informar, mas só estão disponíveis dromedários (1 bossa). Segundo o humorista Mário Lino, os camelos andam por aí à solta..."
(recebi este material hoje via mail)

quinta-feira, 24 de maio de 2007

OTÁrios

A propósito desse profundo debate (...) sobre o novo aeroporto da Ota (ou seja lá onde for...), ontem o dia foi muito rico.
O ministro encarregue de promover a obra utilizou, num qualquer almoço, os argumentos mais estúpidos que é possível apresentar a favor da localização pretendida. E de caminho disse uma data de disparates, mentiras e até insultos.
A corroborar os disparates de Mário Lino, o presidente do PS, Almeida Santos, junta um novo argumento: o aeroporto não deve ser na margem sul porque a ponte pode ser dinamitada, devido aos fenómenos terroristas... uau!
Saberá ele, porventura, que também é possível dinamitar auto-estradas, viadutos, linhas de comboios do TGV...?
Para quem tem dúvidas sobre a necessidade de um novo aeroporto e sobre a sua localização na Ota - como eu - nada melhor do que estes dois senhores com argumentos tão geniais...

quinta-feira, 15 de março de 2007

Ota e compromissos pessoais

Há coisas tão bem ditas, que só podem ser citadas na íntegra.
Francisco José Viegas, n'A Origem das Espécies:
"O ministro Mário Lino garante que a construção do aeroporto da Ota até determinado ano, de que agora me não recordo, será um compromisso pessoal. O ministro afirmou isso há uns dias, veio na imprensa, e Fernando Sobral retoma o assunto na sua coluna de hoje no Jornal de Negócios. Eu deixei passar na altura porque me pareceu um disparate. Nem tanto acerca do próprio aeroporto, cujo «argumentário» me parece vago e pouco justificado, mas acerca do «compromisso pessoal». A declaração é grave e desajustada; espera-se de um ministro que ele não assuma compromissos pessoais desta natureza. Compreende-se o que ele, no fundo, quer dizer – mas não se entende a natureza pessoal do compromisso. Sabemos a partir de agora que, mesmo que as contas derrapem, mesmo que seja dado como adquirido que a Ota não é boa solução, ainda que haja intervenção divina no curso das coisas humanas, o aeroporto da Ota é uma questão pessoal que o ministro Mário Lino tem com o país. Ora, isto não pode suceder assim. O país não quer saber dos motivos pessoais que animam o ministro das Obras Públicas; o país, digamos, quer ter a certeza de que a Ota é uma boa opção porque tem o direito e o dever de lutar pela boa aplicação dos seus dinheiros; o ministro não pode tratar o aeroporto como coisa sua nem pode esperar que todos nós respeitemos os seus compromissos pessoais. Dir-se-á que é um exagero, um modo de dizer. Mesmo assim."
A propósito, ler o texto de Fernando Sobral, no Jornal de Negócios de ontem.