Mostrar mensagens com a etiqueta anedota. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta anedota. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Cerveja ou não ser

Depois do Festival de Cerveja da Grã-Bretanha, em Londres, todos os presidentes das empresas de cerveja saíram para beber um copo. 

O presidente da Corona senta-se e pede ao barman: "Senhor, quero a melhor cerveja do mundo, a Corona". 

O sujeito da Budweiser diz: "Quero a melhor cerveja, a Rainha das Cervejas, a Budweiser". 

O dono da Cors exclama: "Quero a única cerveja feita com a água das Montanhas Rochosas: a Cors!". 

O da Super Bock diz: "Dá-me uma Coca-Cola". 

Os outros olham para ele e perguntam: "Então? Não vais beber uma SuperBock?" 

Ele responde: "F#?*-se!...., se ninguém está a beber cerveja, eu também não bebo..."

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Já sabem da última?

O Sócrates acabou de ser internado de urgência no Júlio de Matos. Só ouve passos de coelho, e portas a baterem.

terça-feira, 8 de março de 2011

Os que ficam e os que partem...

Era no tempo em que, no Palácio das Necessidades, ainda havia ocasião para longas conversas (mas podia passar-se hoje...). Um jovem diplomata, em diálogo com um colega mais velho, revelava o seu inconformismo. A situação económica do país era complexa, os índices nacionais de crescimento e bem-estar, se bem que em progressão, revelavam uma distância, ainda significativa, face aos dos nossos parceiros. Olhando retrospetivamente, tudo parecia indicar que uma qualquer "sina" nos condenava a esta permanente "décalage". E, contudo, olhando para o nosso passado, Portugal "partira" bem:

- Francamente, senhor embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa história. Como é possível que nós, um povo que descende das gerações de portugueses que "deram novos mundos ao mundo", que criaram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares bem mais longínquos, que deixaram uma língua e traços de cultura que ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos o mais pobre país da Europa ocidental.

O embaixador sorriu, benévolo e sábio, ao responder ao seu jovem colaborador:

- Meu caro, você está muito enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.

- Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata - Então de quem descendemos nós?

- Nós descendemos dos que ficaram por aqui...

*recebido por mail num destes dias de crise.

terça-feira, 1 de março de 2011

A morte da executiva bem-sucedida

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?

- No céu.

- No céu?...

- É.

- O céu, CÉU...?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?

- Exacto! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.

Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir, ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que havia mesmo batido a bota.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bónus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador.


- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?


- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.


- Assim? (...)

- Quem me chama?

A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.

Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:

- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...

- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?

- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo 'executiva'?

- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistémica.

- É mesmo?

- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

- Ah, não sabemos.

- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num instante implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

- Que interessante...

- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

- !!!...???...!!!...???...!!!

- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Accionista... Ele existe, certo?

- Sobre todas as coisas.

- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atractivo.

- Incrível!

- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical.
- Impressionante!

- Isso significa que podemos partir para a implementação?

- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exactamente, como funciona o Inferno!...

Max Gehringer
(Revista Exame)

(anedota, ou não, recebida via mail)

domingo, 22 de agosto de 2010

Realidades

O jovem empregado vai à sala do director da empresa onde trabalha:

- Senhor director, vim aqui para lhe pedir um aumento. E adianto já que há quatro empresas atrás de mim.

Com medo de perder aquele promissor talento, o director dobra-lhe o salário ...

(As empresas valorizam os funcionários quando eles recebem outras propostas...)

- Mas mate-me a curiosidade. Pode dizer-me quais são essas quatro empresas?

- Sim, senhor. A da luz, a da água, a do telefone e o meu banco!!!

domingo, 9 de maio de 2010

À consideração dos benfiquistas...

Fico contente com a alegria de alguns, mas isto não é a felicidade.

-- // --

Notícia de última hora:
É oficial: o Papa Bento XVI vem a Portugal celebrar o título do Benfica, ao lado de Jesus.
Deus ainda não está confirmado.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Topos de gama

- What is your name?
Air Hostess answers:
- Benz, Sir!
Passenger says:
- Lovely name. Any relation with Mercedes Benz ?
Air hostess:
- "Same price, Sir"

domingo, 8 de novembro de 2009

Esquerda vs Direita

Uma certa universitária cursava o sexto semestre da Faculdade. Como é comum no meio universitário, ela estava convencida de que era de esquerda e estava a favor da distribuição da riqueza.

Tinha vergonha de que o seu pai fosse empresário e consequentemente de direita, e portanto, contrário aos programas socialistas e seus projetos, que davam benefícios aos que mais necessitavam e cobrava impostos mais altos para os que tinham mais dinheiro.


A maioria dos seus professores e alunos defendia a tese de distribuição mais justa das riquezas do país.

Por tudo isso, um dia, ela decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico e a dialética de Marx, procurando mostrar que ele estava errado ao defender um sistema tão injusto e perverso como a direita pregava.

Seu pai ouviu pacientemente - como só um pai consegue fazer - todos os argumentos da filha e no meio da conversa perguntou:

- Como você vai na faculdade?

- Vou bem, respondeu ela. Minha média de notas é 9, estudo muito mas vale a pena. Meu futuro depende disso, eu sei! Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente.

O pai prosseguiu:

- E aquela tua amiga Sonia, como vai?

E ela respondeu com muita segurança:

- Muito mal. A sua média é 3, ela passa os dias no shopping e namora o dia todo. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Acho até que ela é meio burra. Com certeza, repetirá o semestre.

O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou:

- Que tal se você sugerisse aos professores ou ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Sonia. Com isso, vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para você, mas, convenhamos, seria uma boa e democrática d istribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.

Ela indignada retrucou:

- Porra nenhuma! Trabalhei muito para conseguir essas notas, enquanto a Sonia buscava o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja, simplesmente, dado a outra pessoa.

Seu pai, então, a abraçou, carinhosamente, dizendo:

- BEM-VINDA À DIREITA !!!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Acabou a crise

Numa pequena vila e estância na costa sul da França chove e nada de especial acontece.
A crise sente-se. Toda a gente deve a toda a gente, carregada de dívidas.

Subitamente, um rico turista russo chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 € sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.
O dono do hotel pega na nota de 100 € e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100 €; o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100 € que devia há algum tempo; este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera a carne, e este por sua vez corre a entregar os 100 € a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 € e corre ao hotel a quem devia 100 € pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.
Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100 €. Recebe o dinheiro e sai.

Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescido.
Contudo, todos liquidaram as suas dividas e estes elementos da pequena vila costeira encaram agora optimisticamente o futuro.

sábado, 24 de janeiro de 2009

O perigo da dança

Há alguns dias, D. José Policarpo desencadeou a polémica por uma declaração sua.
Dias depois voltei a receber esta anedota:

Um casal muçulmano 'moderno', que prepara o casamento religioso, visita um Mullah para pedir conselhos. No final, o Mullah pergunta se eles têm mais alguma dúvida.

O homem pergunta :
- Nós sabemos que é uma tradição no Islão os homens dançarem com homens e mulheres dançarem com mulheres. Mas na nossa festa de casamento, gostaríamos de sua permissão para que todos dancem juntos.

- Absolutamente, não! - diz o Mullah - É imoral. Homens e mulheres sempre dançam separados.

- Então após a cerimónia eu não posso dançar nem com minha própria mulher?

- Não - respondeu o Mullah - É proibido pelo Islão.

- Está bem - diz o homem - E que tal sexo? Podemos finalmente fazer sexo?

- É claro! - responde o Mullah - Alá é Grande! No Islão, o sexo é bom dentro do casamento, para ter filhos!

- E quanto a posições diferentes? - pergunta o homem.

- Alá é Grande! Sem problemas! - diz o Mullah.

- Mulher por cima? - pergunta o homem.

- Claro! - diz o Mullah - Alá é Grande. Pode fazer!

- De gatas?

- Claro! Alá é Grande!

- Na mesa da cozinha?

- Sim, sim! Alá é Grande!

- Posso fazê-lo, então, com as minhas quatro mulheres juntas, em colchões de borracha, com uma garrafa de óleo quente, alguns vibradores, chantilly, acessórios de couro, um pote de mel e vídeos pornográficos?

- Claro que pode! Alá é Grande!

- Podemos fazer de pé?

- Nãããããão, isso é que não! DE MANEIRA NENHUMA! diz o Mullah.

- E porque não? pergunta o homem, surpreso.

- Porque vocês podem entusiasmar-se e começar a dançar....

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

BPN - a nacionalização

Desde que ontem o governo anunciou a inesperada nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN), algumas questões têm sido postas sobre a mesa.
Sendo eu um leigo na matéria, apenas aponto as seguintes:

1-
esta nacionalização será um mal menor, quer para o sistema financeiro como um todo, quer para a economia e, em particular, os clientes do BPN. Quando ouço algumas personalidades dizerem, à boca cheia, que deviam deixar este banco morrer, pergunto-me se seriam assim tão convictos caso o banco a encerrar fosse aquele em que têm as suas contas...

2-
o regulador do sistema, que por acaso se chama Banco de Portugal, regula o quê? Fiscaliza o quê? Serve para quê?
Já na novela do Millennium BCP foi enganado com distinção... Agora ignora o que se passou no BPN nos últimos anos (e que parece que a Deloitte, contratada pela administração do banco, manifestou muitas reservas em relação a muita coisa... e viu os seus serviços dispensados)...

--- / / ---

Enquadrada pela crise financeira, uma anedota deliciosa:

[Carta ao Gestor do meu Banco]

Caro Sr.

Dados os acontecimentos em curso no mercado financeiro, se um dos meus cheques não for aceite devido a "fundos insuficientes", isso refere-se a si ou a mim?

Com os meus cumprimentos

domingo, 31 de agosto de 2008

Humor soviético - 2

Duas anedotas da era soviética:

1 -
A professora pergunta ao aluno quem são aos seus pais.
- a Rússia é a minha mãe; Estaline é o meu pai - responde o miúdo.
Continua a professora:
- E o que queres ser quando fores grande?
- Órfão.

2 -
Um homem farto de esperar na fila para comprar pão vira-se para o amigo e diz:
- Não aguento mais isto, vou matar o Gorbatchev.
Passado pouco tempo regressa.
- Então, já o mataste? - pergunta o amigo.
- Não, a fila para matá-lo era ainda maior do que esta.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Novas tendências pedagógicas

Anedota recebida hoje...

A nova metodologia da avaliação, segundo a Ministra da Educação:

QUESTÃO PROPOSTA:
6 + 7 =

RESULTADO APRESENTADO PELO ALUNO:
6 + 7 = 18

ANÁLISE E AVALIAÇÃO DO PROFESSOR

ANÁLISE:
- A grafia do número 6 está absolutamente correcta;
- O mesmo se pode concluir quanto ao número 7;
- O sinal operacional + indica-nos, correctamente, que se trata de uma adição;
- Quanto ao resultado, verifica-se que o primeiro algarismo (1) está correctamente escrito e corresponde de facto ao primeiro algarismo da soma pedida.
- O segundo algarismo pode muito bem ser entendido como um três escrito simetricamente - repare-se na simetria, considerando-se um eixo vertical!
- Assim, o aluno enriqueceu o exercício recorrendo a outros conhecimentos. A sua intenção era, portanto, boa.

AVALIAÇÃO:

Do conjunto de considerações tecidas nesta análise, podemos concluir que:
- A atitude do aluno foi positiva: ele tentou!
- Os procedimentos estão correctamente encadeados: os elementos estão dispostos pela ordem precisa.
- Nos conceitos, só se enganou (?) num dos seis elementos que formam o exercício, o que é perfeitamente negligenciável.
- Na verdade, o aluno acrescentou uma mais-valia ao exercício ao trazer para a proposta de resolução outros conceitos estudados - as simetrias - realçando as conexões matemáticas que sempre coexistem em qualquer exercício...
- Em consequência, podemos atribuir-lhe um 'EXCELENTE' e afirmar que o aluno 'PROGRIDE ADEQUADAMENTE'

sábado, 21 de junho de 2008

Imparcialidade jornalística...

Recebi esta anedota há alguns dias. E é um excelente exemplo de como o FCP é tratado neste país.

Dois meninos estavam a sair do Estádio de Alvalade quando um deles é atacado por um cão, da raça Rottweiler.
O outro menino, imediatamente, agarra num tubo de metal e dá com ele na cabeça do animal, matando-o, e permitindo assim que o amigo escape apenas com alguns arranhões.
Ao ver a cena, um jornalista que passava pelo local correu para ser o primeiro a cobrir o acontecimento e escreveu no seu caderninho:
"Jovem verde e branco, salva amigo do ataque de um cão".
- Mas eu não sou verde e branco, disse o menino.
E então, o repórter corrige para:
"Bravo pequeno herói benfiquista salva amigo das garras de animal feroz".
- Mas eu também não sou benfiquista, disse o menino novamente.
- Desculpa outra vez, apenas pensei que, como estamos em Lisboa e não és verde e branco, deverias ser benfiquista. Afinal, de que equipa és tu?
- Sou portista.
E o repórter volta a escrever em seu caderninho:
"Delinquente portista assassina brutalmente animal doméstico indefeso".

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Pontos de vista

A anedota que recebi hoje:
Em Portugal, o poder de compra caiu de tal modo que até a classe média está a sentir na pele essa queda.
No seu estilo inconfundível, o Bloco de Esquerda atacou o Governo com o seguinte argumento:
- Temos a situação tão degradada com os valores éticos, sociais e morais a ser postos quotidianamente em causa por este Governo, que até universitárias estão a começar a prostituir-se.
A resposta de Sócrates não se fez esperar:
- Em primeiro lugar, este Governo não recebe lições de ética, nem quaisquer outras, de ninguém; em segundo lugar e como é apanágio de V. Ex.ª que já nos habituou à distorção sistemática da realidade, o que acontece é exactamente o oposto: a situação é tão boa que até as prostitutas já são universitárias.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

ASAEsite

Hoje recebi esta anedota via mail, e, após tê-la reencaminhado, obtive várias vezes como resposta uma pergunta: "mas isto é verdade?"

A anedota:

"É a notícia do dia: a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para verificar as condições de higiene dos recipientes onde são guardados o vinho e as hóstias usadas na celebração.

Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.

A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho respeitam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes, procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras, desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.

Sabe-se ainda que a ASAE inspeccionou igualmente a sacristia, para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco, as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos, pois tanto quanto se sabe o inspector-geral da ASAE nunca lá foi."

Entretanto, ali ao lado já consta o site da ASAE...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Password rejeitada

Recebi esta anedota feminista... que até tem piada:
Uma engenheira de informática estava a ajudar um colega da empresa a configurar o computador e perguntou-lhe que password ele queria utilizar. O homem, tentando atrapalhá-la, disse:
- Pénis.
Ela, sem dizer uma palavra e sem se rir ou dar parte de fraca, introduziu a password. Mas não conseguiu resistir e quase que morria de riso quando o computador deu a resposta:
" PASSWORD REJEITADA: NÃO TEM TAMANHO SUFICIENTE"

sábado, 22 de setembro de 2007

Criação paralela

E Deus fez a mulher... E houve harmonia no paraíso.

O diabo vendo isso, resolveu complicar.

Deus deu à mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressequidas.

Deus deu à mulher um corpo de Barbie.
O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote.

Deus deu à mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.

Deus deu à mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.

Deus deu à mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.

Então Deus deu à mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

Só pode haver uma explicação para isso:

"O diabo só pode ser gay !!!!!!!!!!!"

Orgulho madeirense

Na véspera da sua noite de núpcias, o jovem noivo madeirense escuta os últimos conselhos do pai:
- Filho, quando entrares no quarto pegas na mulher nos teus braços, porque um madeirense é FORTE!
- Depois, atira-la para cima da cama, porque um madeirense é ORGULHOSO!
- Depois pões-te todo nu, porque um madeirense é BONITO!

No dia seguinte à noite de núpcias, o pai pergunta como é que as coisas se tinham passado:
- Fiz como disseste pai, peguei-a nos meus braços para a levar para o quarto, porque um madeirense é FORTE! Depois, atirei-a para a cama, porque um madeirense é ORGULHOSO! Depois, despi-me completamente, porque um madeirense é BONITO!
- E depois?
- Depois, bem, depois bati uma sozinho porque um madeirense é INDEPENDENTE e AUTONOMO!

sábado, 4 de agosto de 2007

Cuba

A RTP exibiu num dia desta semana uma grande reportagem sobre Cuba: como vivem as pessoas, as perseguições políticas, a pobreza, a carência de tudo, o orgulho de muitos cubanos por viverem assim, as críticas e os elogios a Fidel Castro... Foi uma excelente reportagem feita pela Sandra Felgueiras.
E hoje recebi esta anedota, que vem a propósito:
Em Havana, Cuba, vai um garoto pela estrada, cruza-se com Fidel Castro. Este, ao ver que o garoto o ignora, pergunta-lhe:
- Oye niño, sabes tú quién soy yo?
- No señor, no se quién es usted, ni me interesa.
Fidel muito chateado diz-lhe:
- Como castigo por no conocer al comandante Castro, ahora mismo tienes que decirme 20 palabras que comiencen con la letra 'C' para que nunca más en tu vida se te olvide que mi apellido es Castro con la letra 'C'.
E o miúdo diz:
- Compañero Comandante Castro, cómo y cuando, carajo, comeremos carne con cerveza Corona como comen los cabrones comilones del Comité Central Comunista Cubano...?
Fidel ficou de boca aberta, e após um momento disse:
- Falta una!
E o miúdo concluiu:
- Cabrón!
Ao ver a reportagem só me passava pela cabeça uma pergunta: como é que as pessoas conseguem viver assim, sem liberdade e sem nada? Debaixo de um regime ditatorial, com uma retórica que me causa arrepios?